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por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

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publicado às 13:32

Destaque

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

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publicado às 13:29

Cerenita Quevedo Azevedo...

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

"Tudo mentira..." Pôxa vida, Fátjima. Qui lindo...

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publicado às 13:28

Sem saída

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

Num estudo realizado por Caroline Gatrell, da Universidade de Lancaster, chegou-se à conclusão de que, no trabalho, as mulheres que não têm filhos são tratadas com menos respeito que as suas colegas que já são mães. Por aqui ainda andamos a discutir licenças de parto e falta de condições nas empresas, como creches, por exemplo, enquanto em Inglaterra parece que já chegaram ao ponto de recriminar as mulheres que trabalham e não têm filhos. Consideradas frias e calculistas, são alvos fáceis da desconfiança de que se passa alguma coisa errada com elas, como por exemplo uma ausência total de essential humanity. Se isto fosse verdade, estas mulheres estariam algures entre Pol Pot e Josef Mengele. Claro que também há outro estudo, desta vez realizado por Catherine Hakim, da London School of Economics, que afirma que o número de mulheres sem filhos em cargos de responsabilidade é muito maior que o das que têm filhos. Isto significa que se somos subalternas no trabalho, gostam mais de nós com filhos. Mas para deixarmos de ser subalternas, não temos nada que ter filhos. Se calhar é mesmo por isto que mulheres com filhos só podem aceder a cargos de poder quando já são avós.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 29-5-09.

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publicado às 13:14

A Casa Branca é uma festa

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

Desirée Rogers é a colaboradora mais íntima de Michelle Obama. O seu título oficial é Secretária Social da Casa Branca. Amiga há vinte anos da mulher do actual presidente dos Estados Unidos, é Desirée quem está por trás de muitas das iniciativas mais populares e agradáveis em casa do casal presidencial. As suas propostas, além de simpáticas e descontraídas, acompanham na perfeição o estilo dos Obama. Vejamos alguns exemplos: no dia de St. Patrick a fonte da residência oficial foi pintada de verde. Quando a Casa Banca recebeu um grupo de crianças, disponibilizou consolas wii da Nintendo porque a visita aconteceu no dia da transmissão do Super Bowl. A Casa Branca nunca foi tão visitada nem teve tanta animação (ou «animación!», como diz o Ricardo Araújo Pereira). Desirée Rogers explicou ao El País que estava a trabalhar com a marca mais famosa do mundo: a marca Obama. Isto é capaz de soar muito mal aos ouvidos susceptíveis dos europeus, mas não podia ser mais correcto. Não há eleição presidencial onde a componente mediática e a aceitação pública sejam mais relevantes que nos Estados Unidos. Desirée Rogers tem toda a razão. Falou e disse.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 29-5-09.

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publicado às 13:05

Prefiro o despenteado de olhos fundos

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

Ao contrário do que se pensa, o dr. Vital é um bom candidato para o PS. Já o dr. Rangel é duvidoso que o seja para o PSD. Belo artigo de Constança Cunha e Sá.

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publicado às 09:30

Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

John William Waterhouse, Diogenes, 1882

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publicado às 09:27

Por falar em House...

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

[Daqui]

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publicado às 08:58

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 02.06.09

 

Rosario Dawson

 

... o que se passou no episódio de ontem de House foi no mínimo inédito na história das séries televisivas. O caso era interessante - uma criança com uma mãe mil vezes pior que a Natália Zarubina, que queria à força que um filho com DNA feminino e masculino preferisse o futebol à dança, enquanto levava umas belas injecções de testosterona just in case - mas melhor ainda foi a mudança de disposição de House estranhada por todos. Esta mudança deveu-se à nova droga que o nosso herói andava a tomar. As primeiras suspeitas de heroína espantaram-me muito. Como vamos ver esta série agora? Com um homem que resolve tudo e que é ainda mais drogado que antes? E com drogas duras que o vão acabar por matar? Como podem promover a heroína desta maneira? Estava eu entre o espanto e a imensa curiosidade quando House explica que substituiu o Vicodin por metadona. Ai, credo! Mesmo assim... Bengala atirada para o lixo, ligeirinho e bem disposto, House percebe no final que se enganou no diagnóstico da criança ambígua porque estava dormente. Ou seja: bem disposto, alegre, simpático, em paz. E incompetente. Os argumentistas resolvem assim um problema também criado por eles. Acaba a hipótese de promoção à metadona e House volta a ser o céptico mal disposto de sempre, cujas dores lancinantes tornam desperto. Um episódio magnífico. 

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publicado às 08:48