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Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 31.07.09

Sir Lawrence Alma Tadema, pormenor de A Roman Emperor AD41, 1871

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publicado às 16:18

Destaques

por Carla Hilário Quevedo, em 31.07.09

New Humanist Good The Clarion Review

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publicado às 16:15

E o que eu gosto de sapateado, senhores! (21)

por Carla Hilário Quevedo, em 31.07.09

 

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publicado às 16:01

Ninho de cucos

por Carla Hilário Quevedo, em 31.07.09

Ouvi esta notícia na rádio e lembrei-me disto. Parece que até agora foram recolhidas cerca de 400 caravelas-portuguesas, que deram à costa na Foz do Arelho. É um bicho muito bonito mas tem os seus inconvenientes. Só o Varandas é lindo e não queima nem morde ninguém.

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publicado às 15:52

Vá para dentro cá dentro

por Carla Hilário Quevedo, em 30.07.09

Oito estrelas. Um bocadinho menos que Rope, que é mais parecido com uma peça de teatro. Teatro é melhor que cinema? Haverá demasiada actividade em The Man Who Knew Too Much? Estarei super-preguiçosa ou só prefiro apartamentos? A frase: "You british intellectuals will be the death of all of us". E a busca para trás e para a frente por Alfred Hitchcock, um autêntico Wally, que não havia meio de se encontrar o senhor em lado nenhum. Tive de me socorrer disto.  

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publicado às 21:50

Vá para dentro cá dentro

por Carla Hilário Quevedo, em 29.07.09

Dez estrelas. Perfeito. Como Viridiana. Igual na perfeição, claro. Que lindo o close-up de Grace Kelly a aproximar-se de James Stewart. Anything else bothering you?

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publicado às 19:31

Friends will be friends

por Carla Hilário Quevedo, em 29.07.09

Ah, a amizade silly, que não está presente nos piores momentos... Também acontece desaparecer nos melhores. É uma espécie de coisa, mas não é amizade.

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publicado às 19:13

Todos os dias

por Carla Hilário Quevedo, em 28.07.09

Não sei se o mesmo acontece a todos os que se divertem a ler. Quando por causa de uma recomendação de alguém amigo e com bom gosto literário, leio um livro de um autor muitíssimo conhecido e percebo que é excelente, sinto quase sempre pena ou culpa por não ter lido aquilo tudo há mais tempo. É uma sensação estranha ter chegado tarde à obra de Patricia Highsmith. Mas tarde como? Nunca é tarde para descobrir uma grande escritora. Ou é? Ultrapassada a questão frívola, não concordo com os que consideram Patricia Highsmith uma grande autora de policiais. É uma desconsideração por um espírito genial. Quaisquer dúvidas sobre esta afirmação podem ser eliminadas com a leitura de Little Tales of Misogyny, um livrinho pequenino, com contos curtinhos sobre os tipos de mulheres que conhecemos e evitamos, na vida e na literatura. A forma concisa ajuda à crueldade, que a autora explora sem pudor. Estas mulheres ou são más e escapam, ou são boas e estúpidas e não escapam. A descrição das protagonistas parece despachada nas duas frases iniciais do primeiro parágrafo, e é tudo tão simples que parece fácil. Ah, e o humor de Patricia Highsmith é perfeito.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 24-7-09.

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publicado às 10:03

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