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Literatura e Medicina

por Carla Hilário Quevedo, em 09.07.09

Sonnet 147

William Shakespeare

 

My love is as a fever, longing still

For that which longer nurseth the disease,

Feeding on that which doth preserve the ill,

Th' uncertain sickly appetite to please.

My reason, the physician to my love,

Angry that his prescriptions are not kept,

Hath left me, and I desperate now approve

Desire is death, which physic did except.

Past cure I am, now reason is past care,

And frantic mad with ever more unrest.

My thoughts and my discourse as madmen's are,

At random from the truth vainly expressed;

        For I have sworn thee fair, and thought thee bright,

        Who art as black as hell, as dark as night.

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publicado às 09:03

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 09.07.09

 

Rita Hayworth 

 

... talvez por causa das notícias do veloz H1N1, comecei a pensar que devia ter seguido o sábio conselho de seguir Medicina. Mas de uma maneira pouco óbvia, acabei por seguir este curso. O meu interesse pelas coisas é muitas vezes médico e não tão poucas vezes terapêutico. E, no outro dia, quando ouvi falar de uma possibilidade de estudar Ciências em Letras, fiquei entusiasmada com a ideia. Há conjuntos de disciplinas que criam um sentido evidente, como a Matemática e a Filosofia. Mas talvez se possa juntar a Literatura à Medicina. Esta seria a mistura perfeita para a vossa bomba preferida. Depois era só uma questão de voltar ao princípio de tudo, qual é o problema?

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publicado às 08:35