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Destaques

por Carla Hilário Quevedo, em 21.07.09

Alberto Gonçalves Rui Henriques Coimbra

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publicado às 15:26

We’ll always have Gulbenkian

por Carla Hilário Quevedo, em 21.07.09

Henri Fantin-Latour, Charlotte Dubourg, 1882

 

Henri Fantin-Latour é um artista francês conhecido por pintar retratos, auto-retratos, naturezas mortas e ramos de flores. Ao visitar a exposição de boa parte da sua obra na Fundação Calouste Gulbenkian, apercebi-me de mais uma característica deste extraordinário pintor realista: Fantin-Latour foi um grande reaccionário. Cheguei a esta conclusão após a leitura da vida do artista (por datas, na parede do lado esquerdo, quando se entra na exposição) e uma observação mais atenta das telas. Em pleno Impressionismo, e tendo como amigo próximo Édouard Manet, Fantin-Latour aplica a sua técnica nos retratos, nas naturezas mortas (algumas com estatuetas de mármore incluídas, coisa que muito me agradou), e é rigoroso a pintar flores. Nada de abstracções nem formas pouco definidas ou cores esbatidas. Fantin-Latour não se deixou influenciar pelos amigos nem pela nova tendência da época, por sinal bastante apelativa. Eram muitos os grandes nomes da altura: Manet, Monet, Degas. E Fantin-Latour seguiu indiferente no seu caminho tradicional. O retrato da cunhada, Charlotte Doubourg, é de um realismo que chega à palidez e às olheiras. E as flores cheiravam mesmo bem.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 17-7-09.

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publicado às 15:20

Coisas que melhoram algumas vidas (118)

por Carla Hilário Quevedo, em 21.07.09

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publicado às 15:16

"We like to call our particular philosophy anarcho-dandyism"

por Carla Hilário Quevedo, em 21.07.09

 

Via Tradução "The Chap" Simultânea.

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publicado às 15:03