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Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

John Collier, The Priestess of Bacchus, 1885

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publicado às 13:37

And you

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

 

Esta é que é uma grande canção de amor. O original aqui.

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publicado às 13:31

Rodgers & Hart outra vez*

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

 

* The Lady Is A Tramp já é a sexta vez que por aqui aparece. Tema de fundo?

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publicado às 13:29

Agora Rodgers & Hart

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

 

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publicado às 13:11

Continuando

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

 

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publicado às 13:01

Vá para dentro cá dentro

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

Oito estrelas para North By Northwest e nove estrelas para Dial M For Murder. Acho que me aborreci um bocadinho com North By Northwest. É muita actividade. Mas não é um mau filme, longe disso. Só gosto mais da intensidade e da complicação na aparente quietude de um apartamento. Já não me lembrava da chave. Ou seja: não me lembrava de nada de Dial M For Murder.

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publicado às 12:51

Salva por Pancho Guedes

por Carla Hilário Quevedo, em 11.08.09

O que pode uma pessoa fazer numa cidade deserta em pleno Agosto num inopinado dia de chuva? Visitar a famosa colecção Berardo no Centro Cultural de Belém. Tenho alguma vergonha – mas não muita – de só agora ter ido visitar o património caríssimo de Joe Berardo. Gostei, embora sem grande excitação. Curiosamente, fiquei mais entusiasmada com um vídeo à entrada da exposição em que alguns visitantes (imagino que escolhidos ao acaso) explicavam qual tinha sido a peça que os impressionara mais. Mas o que vou recordar da minha visita ao CCB é a exposição da obra (e vida) do arquitecto e artista Amâncio “Pancho” Guedes. A mistura insuspeita de modernidade e ternura, tudo produzido e realizado compulsivamente por um português apaixonado por África, é algo especial e a não perder. Sente-se nas suas obras, desde as imagens dos edifícios aos desenhos de projectos, a felicidade de Pancho Guedes de fazer parte desse mundo. Demorei mais a observar o projecto da casinha de bonecas para a sua filha do que o famoso quadro azul de Yves Klein. Nenhum dos cães do Jeff Koons é tão divertido como os estreitinhos comboios de madeira do arquitecto. Até 16 de Agosto.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 7-8-09.

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publicado às 12:34