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Ainda sobre as férias...

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

... esqueci-me de dizer que a banda sonora esteve entre esta maravilha e esta.

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publicado às 16:35

Separados à nascença*

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

 

* Para os mais esquecidos ou mais jovens ou ambos, este conceito foi realizado pela primeira vez em Portugal n'O Independente. Aqui temos um retrato de Arthur Schopenhauer, pintado por Ludwig Sigismund Ruhl em 1815; ao lado, o actor Christopher Walken.

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publicado às 10:48

Destaque

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

Lei Seca

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publicado às 10:47

Vá para dentro cá dentro

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

Dez estrelas para Amarcord, um filme muito bonito. Quatro estrelas para Topaz, e estou a ser simpática. Lento, chato, sem interesse. Tive de ver em dois dias, tal o tédio. Dou quatro estrelas só porque me divertiu a maneira como Alfred Hitchcock aparece.

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publicado às 10:32

Quem diria

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

É frequente dizer-se que o dinheiro investido no continente africano não melhora as condições de vida dos mais carenciados. O Spiegel online publicou um artigo que demonstra como esta ideia é falsa. Um programa piloto criado por uma organização alemã baseado num sistema de distribuição de rendimentos mínimos a pessoas com menos de sessenta anos na aldeia namibiana de Otjivero tem provado ser um sucesso. Com nove euros por mês (cerca de 800 dólares namibianos), Sarah Katangolo, viúva e mãe de sete filhos, consegue agora alimentar e vestir os filhos e mandá-los à escola. Mal recebeu os primeiros nove euros comprou duas galinhas e tem o seu próprio negócio de criação. Vende cada galinha por 30 dólares namibianos. Outro caso de sucesso é o de Frieda Nembwaya, outra mãe de sete, que teve a ideia de investir parte do primeiro rendimento em lenha, uma saca de farinha, fermento e uma folha de alumínio. Começou a fazer pão e a vender o produto do seu trabalho. É muito provável que o êxito do programa se deva ao facto de o dinheiro ter sido entregue a mães de família. Nem todas fariam o mesmo, mas as mulheres costumam ser mais hábeis a sobreviver.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 28-8-09.

 

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publicado às 10:28

O que eu gosto disto

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

Manuela Ferreira Leite não foi à célebre festa social-democrata madeirense no Chão da Lagoa. Sá Carneiro, Marcelo Rebelo de Sousa, Durão Barroso e tantos outros líderes carismáticos do partido já passaram por lá. Uma gripe salvou Manuela Ferreira Leite da agitação. Agora foi a vez de a líder do PSD faltar à rentrée política do partido. Como acontece a qualquer reunião festiva com mais de duzentas pessoas, a tradicional Festa do Pontal sobreviveu à ausência de Manuela Ferreira Leite. Estas faltas e uma certa atitude recatada e sóbria de Manuela Ferreira Leite levaram a que eu trauteasse durante uns dias um tema de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes intitulado Você e eu. João Gilberto canta-o muito bem, mas melhor ainda é a versão suavemente cantada por Astrud Gilberto. A certa altura reza assim: «Podem preparar milhões de festas ao luar / Que eu não vou ir / Melhor nem pedir / Que eu não vou ir / Não quero ir». As razões invocadas na canção para não ir a lado nenhum são amorosas, mas o princípio acaba por ser o mesmo. Manuela Ferreira Leite não vai porque tem coisas mais importantes em que pensar. Não sair de casa pode ser um dever.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 21-8-09.

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publicado às 10:25

O génio criativo

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

À terceira semana da exibição de 30 Rock, tudo o que seja dito sobre esta série é pouco. A ideia de a RTP 2 transmitir episódios desta série todos os dias contribuiu para a minha adição. Por volta das onze da noite estou em pulgas para ver mais um breve episódio com as aventuras de Liz Lemon (Tina Fey) e dos restantes participantes num programa de televisão – The Girlie Show – gravado num estúdio em Rockefeller Plaza 30. Liz Lemon e Jack Donaghy (Alec Baldwin), o director do canal, que interfere na criação de The Girlie Show, são as duas personagens principais coadjuvadas por uma série de personagens brilhantes e aparentemente secundárias. A minha preferência vai para Kenneth Parcell (Jack McBrayer), o recepcionista cuja mente não pode ser lida durante um jogo de poker, porque «não há ali nada para ler». Ao terceiro episódio de 30 Rock, Tina Fey criou uma série que terá de ocupar um lugar importante na história da comédia. 30 Rock funciona como um musical em que as piadas acompanham a acção. Nada está a mais nem a menos e a graça é perfeitamente adequada às situações criadas. Muito difícil de escrever e sempre menos difícil de interpretar. Absolutamente a ver.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 14-8-09.

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publicado às 10:08

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.09

Marilyn Monroe

 

... estas férias, passadas quase sempre no mesmo sítio, entre a areia e a água salgada, ou o cloro, a salvar insectos sem braçadeiras do afogamento certo, muito vá para fora cá dentro, com momentos do mais puro vá para dentro cá dentro, entraram directamente para o top das cinco melhores férias de sempre. E acabam neste dia fresquinho e nublado. Tão perfeito que até parece escrito.

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publicado às 09:48