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Hitler is informed he is killed in Inglourious Basterds

por Carla Hilário Quevedo, em 14.09.09

 

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publicado às 17:08

Modo de vida

por Carla Hilário Quevedo, em 14.09.09

Ando há cinco dias a trautear esta canção: "Springtime for Hitler and Germany / Deutschland is happy and gay / We're marching to a faster pace / Look out, here comes the master race"...

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publicado às 17:01

Rádio Blogue: Publicidade agressiva

por Carla Hilário Quevedo, em 14.09.09

A organização alemã sem fins lucrativos Regenbogen (Arco-Íris, em português) apoiou uma campanha publicitária de prevenção da sida que tem sido alvo de forte controvérsia. Concebido para assinalar o Dia Mundial da Sida no próximo dia 1 de Dezembro, o anúncio televisivo mostra um homem e uma mulher a ter relações sexuais até ao momento em que a cara do homem é revelada e vemos um sósia de Adolf Hitler. O slogan da campanha é «a sida é um assassino em massa». Estaline e Saddam Hussein foram as outras duas figuras escolhidas para aparecer nos cartazes da mesma campanha idealizada pela agência de publicidade de Hamburgo, Das Comitee. O anúncio protagonizado pelo sósia de Adolf Hitler foi entretanto retirado do YouTube e organizações como a britânica National Aids Trust expressaram o seu repúdio pelo modo como o anúncio estigmatiza os doentes com sida e apenas reforça o preconceito contra estas pessoas. Será culpa, será marketing, bom gosto não será certamente, mas a sida também mata assim. O pormenor que salta à vista é a utilização de Adolf Hitler numa campanha de publicidade alemã. Os alemães não são famosos pela subtileza mas são bem conhecidos pela culpa. O marketing não é menos agressivo que o que tem vindo a ser utilizado em campanhas de prevenção rodoviária. A mensagem acaba também por ser a mesma: tanto os acidentes de viação como a transmissão da sida têm responsáveis. E é esta responsabilização que escandaliza as organizações de luta contra a sida. A ideia de o contágio acontecer por decisão ou negligência criminosas raramente é mencionada e isso compreende-se. Há que educar as pessoas em vez de as alarmar. Estima-se que até agora mais de trinta milhões de pessoas por todo o mundo tenham morrido na sequência desta terrível doença. Apesar das campanhas de alerta e dos métodos de prevenção, a sida mata actualmente cerca de seis mil pessoas por dia. O que pensa desta campanha publicitária? O que significa comparar uma epidemia a um genocídio?

 

Publicado na sexta-feira no Metro. Deixe a sua opinião através do número 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 17, às 15h, vão para o ar na Rádio Europa na sexta, dia 18 de Setembro, às 10h35.

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publicado às 10:25

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 14.09.09

Sophia Loren

 

... vamos a essas diferenças! Quanto às declarações (por vezes até se fazem, mas nem sempre se cumprem), julgo que Aristoteles (EN, 1156b) tem uma boa resposta para o problema de saber se há ou não amizade completa (e recíproca, claro): é deixar o tempo passar e ver o que acontece.   

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publicado às 10:03