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Against Travel

por Carla Hilário Quevedo, em 30.11.09

by Charles Tomlinson

 

These days are best when one goes nowhere,
The house a reservoir of quiet change,
The creak of furniture, the window panes
Brushed by the half-rhymes of activities
That do not quite declare what thing it was
Gave rise to them outside. The colours, even,
Accord with the tenor of the day—yes, ‘grey’
You will hear reported of the weather,
But what a grey, in which the tinges hover,
About to catch, although they still hold back
The blaze that's in them should the sun appear,
And yet it does not. Then the window pane
With a tremor of glass acknowledges
The distant boom of a departing plane.

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publicado às 21:09

Blockbomba

por Carla Hilário Quevedo, em 30.11.09

Ice Age 3 (tive de ver em fast forward e mesmo assim não vi até ao fim). Public Enemies (escuro nas cenas de dia, escuro à tarde e super-escuro à noite, mas a banda sonora é muito boa). Los Abrazos Rotos (excelente). Monsters vs Aliens (eu sabia que este filme era uma obra-prima, só não sabia que era o primeiro filme de animação feminista). Brüno (Sacha Baron Cohen é uma das duas pessoas no mundo que arrisca a pele sempre que sai de casa; a outra é Sarah Silverman - grande filme). Shotgun Stories (gostei muito). 

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publicado às 21:01

Destaques

por Carla Hilário Quevedo, em 30.11.09

 A Escada de Penrose O Inventor Why Always Boris?

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publicado às 21:00

Rádio Blogue: Pais divorciados e filhos

por Carla Hilário Quevedo, em 27.11.09

 

O mundo está cheio de histórias de casais que não se amam, não se entendem e têm filhos. Um dia divorciam-se e declaram guerra um ao outro. As crianças? Passam a viver um problema que não é delas e, a partir desse dia, a sua infância acabou. São, em muitos casos, instigadas a odiar o progenitor, que, segundo a mãe, os abandonou ou a revoltar-se contra a progenitora, que, segundo o pai, nunca quis saber deles para nada. A reportagem de Miriam Alves e Fernando Faria, intitulada Filhos de pais em guerra, transmitida pela SIC, mostrou os efeitos assoladores de dois destes conflitos. Os filhos são usados nas batalhas parentais, nem sequer como pessoas preciosas para as vidas dos pais, mas como uma maneira de tentar estragar a vida do próximo. Num caso, era o pai que sofria; no outro, era a mãe que tinha sido expulsa da vida dos filhos. Tipicamente, as crianças foram massacradas com acusações sobre o pai ou a mãe ausentes de cena. O «superior interesse da criança» é depressa esquecido para dar lugar ao alegadamente gravíssimo problema do pai, que entretanto aliena a mãe da vida dos filhos e vice-versa. A paz das crianças não é tida em conta, embora seja com frequência um motivo referido por cada um como sendo o mais importante de todos. Esta é também uma guerra hipócrita, em que os filhos pouco ou nada contam a não ser como um meio para estragar a vida do próximo. Parece haver um aspecto nos litígios por causa da guarda dos filhos que fala mais alto e que não é resolvido por nenhuma mediação externa. Falo do egoísmo profundo dos adultos que manipulam as crianças, contam mentiras a respeito daquele que não está presente e causam sofrimento em quem é inocente. Alguns filhos sobrevivem melhor que outros: uns são capazes de recuperar ligações que julgavam perdidas, mas outros nunca mais voltam a ver os pais ou as mães que saíram da sua vida. Porque é que há pais que não poupam os filhos nos processos de divórcio? Como podem os tribunais ser mais eficazes nestas situações?

 

Publicado hoje no Metro. Deixe a sua opinião através do 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 3, às 15h, vão para o ar na Rádio Europa na sexta, dia 4 de Dezembro, às 10h35. 

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publicado às 16:32

...

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

Sophia Loren há-de ganhar um iPhone ao jogo para twittar, twittar e não twittar ninguém.

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publicado às 19:31

Lewis Carroll sobre Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

"Let me think: was I the same when I got up this morning? I almost think I can remember feeling a little different. But if I'm not the same, the next question is 'Who in the world am I?' Ah, that's the great puzzle!" Alice in Wonderland

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publicado às 19:23

Uma humilde sugestão

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

Além de ler jornais e revistas na Internet, tal como muitas pessoas por vezes imprimo as notícias que mais me interessam. Chegado o momento da impressão, gosto de ver o jornal (são sempre os anglo-saxónicos) a oferecer a alternativa muito útil do friendly print. O nome afectuoso indica ao utilizador a possibilidade de imprimir o texto e a fotografia (caso esteja incluída) com o mínimo de tinta, com as cores mais esbatidas. É, sem dúvida, uma opção de amigo. Nem todas as publicações online oferecem esta possibilidade mas quase todas o fazem. Quando tento o mesmo com os jornais portugueses e imprimo um artigo, sei que pode acontecer o pior. É sempre por distracção que carrego no print. No caso de haver uma fotografia a ilustrar a notícia, será impressa com todas as tintas e mais alguma, e sempre que há comentários dos leitores, a impressão parece não ter fim. Termos acesso aos jornais na Internet é bom. Não me queixo. Mas não percebo porque é que ainda não temos uma alternativa lusitana amigável de impressão. Não acredito que para isso seja preciso uma tecnologia caríssima. E, em princípio, todos queremos ser amigos. Do ambiente e dos leitores.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 20-11-09

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publicado às 19:20

Em casa é que não

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

Com a desculpa de relatar um jantar original organizado por um artista em Nova Iorque, a More Inteligent Life pergunta se devemos comer insectos. O tal jantar consistiu exclusivamente de pratos de grilos, minhocas e outras iguarias entomológicas. A ideia do anfitrião, Marc Dennis, era evangelizadora. Pretendia assim atrair adeptos para as maravilhas da entomofagia. Os argumentos são claros: os insectos têm tantas ou mais proteínas que a carne e menos gordura; são baratos e abundam. Como se fosse pouco, tornar as criaturas em bens comestíveis reduziria o uso de químicos venenosos usados na sua exterminação, o que significaria uma conquista ecológica. O jantar foi um sucesso graças à quantidade de wasabi, cebolas caramelizadas e outros ingredientes que ajudaram a enganar os olhos e a insectofobia dos convidados. Provei há uns anos na China uma mistura de bichinhos fritos deste sector desprezado do reino animal e gostei. Mas, tal como acontece com o sushi, faz-me impressão comer estas coisas fora do seu ambiente natural ou de restaurantes especializados. Duvido que repetisse a experiência entomofágica em casa de amigos. Há coisas que não devem ser feitas por amadores.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 20-11-09

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publicado às 19:16

Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 22.11.09

A stone carving of the Goddess Nike at the ruins of the ancient Greek city of Ephesus, Turkey

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publicado às 12:40

Momento de engate

por Carla Hilário Quevedo, em 22.11.09

"Socrates: Even someone who was blindfolded would know from your conversation that you are handsome and still have lovers. (...) Because you are forever giving orders in a discussion, as spoiled people do, who behave like tyrants as long as they are young."

 

Plato, Meno, 76bc, translated by G.M.A. Grube, Complete Works, Hackett, 1997, p. 876.

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publicado às 12:26

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