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por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

Sophia Loren há-de ganhar um iPhone ao jogo para twittar, twittar e não twittar ninguém.

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publicado às 19:31

Lewis Carroll sobre Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

"Let me think: was I the same when I got up this morning? I almost think I can remember feeling a little different. But if I'm not the same, the next question is 'Who in the world am I?' Ah, that's the great puzzle!" Alice in Wonderland

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publicado às 19:23

Uma humilde sugestão

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

Além de ler jornais e revistas na Internet, tal como muitas pessoas por vezes imprimo as notícias que mais me interessam. Chegado o momento da impressão, gosto de ver o jornal (são sempre os anglo-saxónicos) a oferecer a alternativa muito útil do friendly print. O nome afectuoso indica ao utilizador a possibilidade de imprimir o texto e a fotografia (caso esteja incluída) com o mínimo de tinta, com as cores mais esbatidas. É, sem dúvida, uma opção de amigo. Nem todas as publicações online oferecem esta possibilidade mas quase todas o fazem. Quando tento o mesmo com os jornais portugueses e imprimo um artigo, sei que pode acontecer o pior. É sempre por distracção que carrego no print. No caso de haver uma fotografia a ilustrar a notícia, será impressa com todas as tintas e mais alguma, e sempre que há comentários dos leitores, a impressão parece não ter fim. Termos acesso aos jornais na Internet é bom. Não me queixo. Mas não percebo porque é que ainda não temos uma alternativa lusitana amigável de impressão. Não acredito que para isso seja preciso uma tecnologia caríssima. E, em princípio, todos queremos ser amigos. Do ambiente e dos leitores.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 20-11-09

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publicado às 19:20

Em casa é que não

por Carla Hilário Quevedo, em 24.11.09

Com a desculpa de relatar um jantar original organizado por um artista em Nova Iorque, a More Inteligent Life pergunta se devemos comer insectos. O tal jantar consistiu exclusivamente de pratos de grilos, minhocas e outras iguarias entomológicas. A ideia do anfitrião, Marc Dennis, era evangelizadora. Pretendia assim atrair adeptos para as maravilhas da entomofagia. Os argumentos são claros: os insectos têm tantas ou mais proteínas que a carne e menos gordura; são baratos e abundam. Como se fosse pouco, tornar as criaturas em bens comestíveis reduziria o uso de químicos venenosos usados na sua exterminação, o que significaria uma conquista ecológica. O jantar foi um sucesso graças à quantidade de wasabi, cebolas caramelizadas e outros ingredientes que ajudaram a enganar os olhos e a insectofobia dos convidados. Provei há uns anos na China uma mistura de bichinhos fritos deste sector desprezado do reino animal e gostei. Mas, tal como acontece com o sushi, faz-me impressão comer estas coisas fora do seu ambiente natural ou de restaurantes especializados. Duvido que repetisse a experiência entomofágica em casa de amigos. Há coisas que não devem ser feitas por amadores.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 20-11-09

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publicado às 19:16