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Grécia-Argentina...

por Carla Hilário Quevedo, em 22.06.10
Henri Matisse, Vase de tournesols, 1898

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publicado às 11:24

He had Colgate on his teeth

por Carla Hilário Quevedo, em 22.06.10

And Reebok classics on his feet

At a factory he does Nike

And then helps the family

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publicado às 11:22

Disparates do primeiro mundo

por Carla Hilário Quevedo, em 22.06.10

Encontrei no site da PsychCentral um artigo da psicóloga clínica Susan Philips, que sugere que um bom relacionamento com os animais de estimação pode melhorar a relação entre os cônjuges. A psicóloga defende que não adjudicamos más intenções aos nossos bichos. Nunca nos zangamos com o cão por ser demasiado efusivo com desconhecidos. Também não ficamos a pensar que o gato nos odeia por ter feito chichi fora da caixa. Mas que observações espantosas! Independentemente da péssima opinião que tenho sobre este género de analogias, a reflexão que se segue ultrapassa todos os limites: «Os animais de estimação vivem em nossa casa. Nunca sofrem com ciúmes, nem param para pensar se a relação está a dar resultado. Imaginem como seria viver com o nosso parceiro sem termos este tipo de dúvidas e sentimentos». Uma profunda chatice, se me permitem a resposta. Longe de mim está a expectativa de chegar a casa e ter o meu marido à minha espera a abanar a cauda. Ou de num momento de descontracção o ver todo esticado a arranhar o sofá com as unhas. Como também lhe agradeço por não ter de o levar a passear três vezes por dia nem mudar a areia da caixa.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 18-6-10

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publicado às 11:17

Bola preta

por Carla Hilário Quevedo, em 22.06.10

No primeiro filme de Sex and the City o público teve direito a quatro histórias bem definidas e protagonizadas pelas amigas Carrie, Charlotte, Samantha e Miranda. Carrie era abandonada no altar, Charlotte engravidava inesperadamente, Samantha engordava ao contrariar a sua natureza infiel e Miranda separava-se. Na segunda reunião do mesmo grupo de amigas, Carrie é casada e infeliz, Charlotte é mãe e infeliz, Samantha é viciada em hormonas e perdeu a graça e Miranda só grita. Perante o cenário desolador, há que fazer uma viagem. A solução de recambiar as raparigas para outro país é telenovelesca e podia funcionar bem. Infelizmente, os argumentistas, talvez por o filme estar mais que vendido antes mesmo de começar a ser rodado, escolheram não ser generosos com as personagens, e ainda menos com o público. Sejamos claros: Sex and the City 2 é muito mau. É certo, porém, que os dramas de Carrie e Charlotte (ambas umas chatas neuróticas) e a quase ausência de Samantha e Miranda (uma sua e a outra berra) seriam ignorados no caso de o guarda-roupa ser espectacular. Só a saia lilás e cinza de Carrie no mercado árabe é pouco para duas horas e meia de filme.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 18-6-10

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publicado às 11:14