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Stumbled upon

por Carla Hilário Quevedo, em 30.01.11

Mike Licht

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publicado às 20:34

Rádio Blogue: Nomes próprios

por Carla Hilário Quevedo, em 28.01.11

Oh naa naa

What's my name?

Rihanna

 

A decisão de dar a uma filha o nome Lyonce Viiktórya foi recebida pelo país com estupefacção. Luciana Abreu e Yannick Djaló, os pais da inocente, explicaram num comunicado que Lyonce resultava da «fusão entre Luciana e Yannick» e que Viiktórya representava um grito de revolta contra a maldade no mundo, etc. Uma fonte do Ministério da Justiça disse ao Correio da Manhã que «os nomes próprios estrangeiros são permitidos se algum dos progenitores do registando for estrangeiro ou tiver outra nacionalidade além da portuguesa». Sabemos que Djaló é natural da Guiné-Bissau. Mas Lyonce Viiktórya não é um nome estrangeiro. É só inventado. Recomendo, a propósito, uma consulta à lista de vocábulos admitidos e não admitidos como nomes próprios do Instituto dos Registos e do Notariado. Aí temos os nomes que foram motivo de consulta e despacho até Setembro do ano passado. Houve, por exemplo, quem tivesse consultado o Registo Civil sobre o nome Adonai para um filho. O nome foi aprovado. No entanto, Deus só é permitido como segundo nome, precedido da partícula «de». Já Deusa, Deusa Bela ou o vocábulo único Deusabela estão, graças ao Estado, fora de questão. Quase todos os nomes próprios que começam pela letra «k» foram recusados. E talvez por estar escrito com zê, Elizabete não foi aprovado. Joana do Mar, Laura do Mar e Maria do Mar são permitidos. Mas Maria Sol, não. Musa não. Ninfa, sim. Teresinha, sim. Rosinha, não. Salazar, sim. Fidel, não. Compreende os critérios para a admissão de vocábulos como nomes próprios? Até que ponto devem ser permitidos nomes inventados que desafiam a compreensão e a ortografia?

 

Publicado hoje, no Metro. Deixe a sua opinião através do 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 3 de Fevereiro, às 15h, vão para o ar, na Rádio Europa, na sexta, dia 4, às 10h35.

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publicado às 17:40

"I made this for you!"

por Carla Hilário Quevedo, em 27.01.11

Julian Smith: uma bela descoberta nas Cartas do Meu Moinho.

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publicado às 20:00

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 27.01.11

 

Julia Stiles (muito bem acompanhada)

 

... esta ideia de 'porem uma coisa na bebida' deve vir de relatos de casos provados em tribunal e transitados em julgado (por causa das tosses), sobre, por exemplo, o Rohypnol, uma droga usada por violadores. Isto é curioso apenas no sentido em que as mulheres toda a vida foram acusadas de envenenar pessoas, independentemente de género e idade. É certo que tivemos Cleópatra e Magda Goebbels, mas, mesmo com estes dois exemplos terríveis, que contaminam todo um género, é falso que o veneno seja do uso exclusivo do sexo feminino. Lembrei-me disto por causa das 'coisas na bebida' que nos apareceram nos últimos tempos nas notícias. Só homens a dizerem ter sido drogados por outros homens. Não sei se estava preparada para isto, sinceramente. Por falar em vítimas, tenho assistido com gosto e apreensão à quinta temporada de Dexter. O tom é lúgubre, talvez finalmente. A presença da vítima salva por Dexter torna tudo mais frágil, sombrio, e mais... provável? Ou então é a voz desconcertante de Julia Stiles. Ou Lumen Ann Pierce. Por pouco não era Lyonce Viiktórya.

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publicado às 08:03

Vida real (16)

por Carla Hilário Quevedo, em 26.01.11

Sempre pensei que o estudo me levaria ao alcoolismo e às drogas, mas afinal levou-me à flutuação e ao Brio. Foi lá que comprei a super-espectacular Comida para Estudantes.

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publicado às 18:43

Do Exibicionismo

por Carla Hilário Quevedo, em 25.01.11

Tibor Fulop, Greek still life, 1990

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publicado às 19:31

Uma coisa e depois outra

por Carla Hilário Quevedo, em 25.01.11

At first impression their pastel frilled and feathered dresses gave them a Princess Josephine innocence but, combined with hair pulled up into knots and waist-less silhouettes suggested by dresses that either dropped low on the waist of skirts or fell from the shoulders or empire line for subtly glittering evening versions, it took on a more Grecian allure.

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publicado às 19:28

Vida real (15)

por Carla Hilário Quevedo, em 25.01.11

Descobri há dias a Marie Gateaux e tirei esta fotografia do lado de dentro da loja. O bolo está na montra e não é de verdade. Mas a tarte de caramelo com banana, que não fotografei, é.

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publicado às 19:15

Público pouco profissional

por Carla Hilário Quevedo, em 25.01.11

Apesar da pompa habitual na cerimónia da entrega dos Golden Globes, um prémio decidido pelos membros da imprensa estrangeira, o mais relevante este ano foi a apresentação de Ricky Gervais. As suas piadas e os comentários não caíram bem junto da aristocracia de Hollywood. Parece que falar mal de Angelina Jolie e Johnny Depp, insinuar a homossexualidade de dois dos seus membros mais publicitados, Tom Cruise e John Travolta, lembrar a vida atribulada de Robert Downey Jr. e Charlie Sheen, e mencionar um escândalo de subornos abafado, não foi boa ideia. Ora, o mais extraordinário deste incidente é que quem contrata Gervais sabe quem está a contratar. O humor do inglês sempre foi manifestamente cruel, escatológico, obsceno e, muitas vezes, brilhante. Se queriam a elegância de Steve Martin, a insolência consensual de Jon Stewart ou a frescura de Tina Fey só tinham de os contratar. Também me parece muito insólito que profissionais do espectáculo se escandalizem como se fossem espectadores comuns. Esses ao menos pagam bilhete. Isto para não dizer que nestas coisas é sempre melhor ser ridicularizado ou mesmo insultado que ignorado. Pelo menos é o que dizem.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 15-1-11

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publicado às 18:53

Ricky Gervais com toda a razão do mundo*

por Carla Hilário Quevedo, em 22.01.11

Via Diário de Notícias

 

* A dada altura, o entrevistador pergunta se estava a ridicularizar aquelas pessoas. Ricky Gervais responde que não, que se limitou a confrontá-los com o «elefante na sala». E aqui está a diferença crucial e profunda entre um profissional e um palerma qualquer que faz umas piadas, duh.

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publicado às 10:41

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