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Blockbomba

por Carla Hilário Quevedo, em 09.01.11

Forgetting Sarah Marshall (gostei muito).

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publicado às 19:39

Bomba de Ouro

por Carla Hilário Quevedo, em 09.01.11

Um fotograma com uma semelhança divertida.

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publicado às 19:37

I love Paris in the summer when it sizzles

por Carla Hilário Quevedo, em 09.01.11

I love Paris in the winter when it drizzles

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publicado às 19:31

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 09.01.11

Cate Blanchett 

 

...  com a veia de Catão a latejar. Apesar da mudança no cenário - má escolha terem saído da mesa - gostei de ver a última Quadratura do Círculo. O problema de saber se os políticos devem ou não ser avaliados pelo carácter é uma falsa questão. Como se separa um mentiroso da mentira que diz? E que mentiras contam para a avaliação do carácter? Uma coisa é sermos todos complicados, contraditórios, irracionais; enfim, frágeis. Outra é mentir deliberadamente para ganhar votos. O caso clássico do político que aparece com a mulher pendurada ao pescoço e que depois se vem a descobrir ter uma amante é exemplo disto. Nem Lobo Xavier foi tão longe - embora concorde com o que disse -, mas a verdade é que esta também é uma questão de carácter. A vida privada dos governantes não é, lamento imenso, inteiramente privada. É certo, no entanto, que, para outras pessoas, algumas contradições possam ser mais determinantes que outras. Imaginemos um político que se intitula um feroz defensor pró-vida, e depois vimos a saber pelo WikiLeaks que tinha hábitos abortistas no seu passado. A criatura é outra só porque passou o tempo? Esta pessoa seria de confiança? Não há pessoas perfeitas - e o que me custa admitir isto... - e os santos não querem saber do poder. Um ponto ou vários a favor de Sá Carneiro, por exemplo, foi ter assumido honestamente a sua paixão, apesar do sofrimento que certamente causou. Tem a minha simpatia e o meu respeito. Não há nada mais ridículo que um tonto com amantes.

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publicado às 08:37