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Café dos Blogues: o dia seguinte

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

Não sei o que me deu para escrever mais que as habituais quatro frases. As minhas desculpas pelo lençol. O resumo alargado do debate de ontem está aqui. Voltamo-nos a ver no dia 31 de Março, com o Manuel Falcão e o Luís M. Jorgesame time, same place.

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publicado às 19:01

Por falar em Galliano...

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

 ... o filme Zoolander tem aparecido ultimamente em várias situações da vida real. A primeira identifiquei-a aqui, no caso do assassino-male model. A segunda aparece agora, com John Galliano a fazer de Mugatu. Zoolander é ainda melhor do que pensava.

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publicado às 18:42

The sky is the limit

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

Depois do bullying homofóbico, a inseminação post mortem. Para a próxima, o racismo na passarela.

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publicado às 18:37

Rádio Blogue: Inseminação post mortem

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

Um casal de namorados com problemas de infertilidade viu interrompido o processo de reprodução medicamente assistida por um motivo trágico. O companheiro morreu num acidente antes de estar concluído o procedimento que levaria à formação dos embriões. Apesar da situação, a mulher informou a clínica das suas intenções de continuar com o tratamento. A clínica pediu um parecer ao Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, que não autorizou o pedido. O argumento apresentado para esta mulher não poder engravidar do seu companheiro falecido foi o seguinte: não sendo o casal legalmente casado, os herdeiros passam a ser os seus pais e não a namorada. A lei protege sobretudo a herança. A namorada poder herdar o sémen congelado do namorado desaparecido requeria a oficialização do relacionamento ou um consentimento por escrito das intenções do que seria o pai da criança. Não havendo casamento nem consentimento por escrito, os herdeiros do companheiro são os seus pais, que não autorizam a inseminação. O tema é complexo e vai muito além dos seus aspectos legais. Voltemos ao início. Um casal de namorados foi a uma clínica fazer um tratamento de infertilidade. Apesar de não conhecermos nenhum pormenor do caso, é fácil concluir que ter um filho era a vontade de ambos. A morte de um dos membros do casal num momento não inicial do processo não teria sido um impedimento da eventual gravidez, se fossem casados um com o outro, ou se existisse um papel assinado por ele a dizer que os espermatozóides lhe pertenciam a ela, e não aos seus pais. A lei precisa de ser revista? Que argumentos encontra para esta mulher não poder ter um filho nestas circunstâncias?

 

Publicado hoje, no Metro. Deixe a sua opinião através do 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 3 de Março, às 15h, vão para o ar, na Rádio Europa, na sexta, dia 4, às 10h35.

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publicado às 18:32