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Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 23.04.11

Marilyn Monroe

 

... Francisco, obrigada pela indicação do artigo do Christopher Caldwell. Como se defende a manutenção das bibliotecas públicas, contrariando o seu aparente destino, é a questão. Talvez assim: "(...) the founders of libraries considered them necessities. Ms Smith, Philip Pullman and other novelists can sound sentimental when they talk of libraries as our street corner universities or of how democracies require informed citizenries. But they are of one mind with Andrew Carnegie and the other stern pragmatists who set up our library system. They see that a certain amount of intellectual infrastructure is necessary to the maintenance of a free society. Modern people often make the mistake of assuming that 'cultivation' or 'polish' is the important thing libraries give their patrons. It is not. What is important, is that people build a basic toolkit of literary communication that leaves them uncowed by accounts built out of words, sentences and paragraphs. White Fang will serve this purpose as well as Madame Bovary". Não me preocupa uma reestruturação das bibliotecas públicas. Mas é preocupante que desapareçam. Neste momento, em Portugal, segundo o pouco que sei sobre o tema, as bibliotecas escolares estão mais desenvolvidas e funcionam melhor que as públicas. É uma pena que os privados não tenham interesse em investir em bibliotecas. Mas talvez a lei do mecenato não seja favorável a estes apoios, realmente não sei. Enfim, frequento uma biblioteca pública e gosto dela. Sinto-me em casa. Também porque muitas vezes levo os meus próprios livros, que não existem ali.

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publicado às 11:22