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por Carla Hilário Quevedo, em 10.05.11

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publicado às 16:49

Estado em que se encontra este blogue

por Carla Hilário Quevedo, em 10.05.11

Sem tempo sequer para acordar. Um escândalo.

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publicado às 16:45

Arthur Laurents (1917-2011)

por Carla Hilário Quevedo, em 10.05.11

Obituários no Guardian e carta de um leitor sobre Anyone Can Whistle... that's what they say, easy, anyone can whistle, any old day, easy; it's all so simple, relax, let go, let fly, so someone tell me why can't I? Obrigada, obrigada.

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publicado às 16:43

Tinha imensas expectativas...

por Carla Hilário Quevedo, em 10.05.11

... quanto ao Perdidos na Tribo. A ideia é boa. O programa está bem feito. E não gostei.

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publicado às 16:41

Peso a mais

por Carla Hilário Quevedo, em 10.05.11

O motivo de interesse do concurso The Biggest Loser é a possibilidade de transformação física de uma pessoa para muitíssimo melhor. O programa é necessariamente mais lento que outros reality shows e exige do espectador bastante paciência para assistir a horas de ginásio e pesagens sem fim. Mas o final é compensador. A comparação entre o antes e o depois anima participantes e espectadores. Assisti à estreia do Peso Pesado a pensar que, apesar da doença dos gordos e da saúde dos magros, os fins não justificam os meios. O problema principal da versão portuguesa é um outro excesso que nada tem que ver com calorias. O tom sentimental, as lágrimas que caem pela cara abaixo por tudo e por nada e a extrema fragilidade emocional dos concorrentes tornam as provas ainda mais cruéis. Também havia choro na versão original. Mas os concorrentes americanos não tinham espírito dramático. Os nossos concorrentes carregam o peso da desgraça tão tipicamente portuguesa. Não é só o excesso de peso que é um drama, mas a sua própria vida, que é exposta como sendo um fardo e um sofrimento insuportáveis. Volto para ver os últimos programas, quando estiverem menos pesados.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 6-5-11

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publicado às 16:29

É o que vocês pensam

por Carla Hilário Quevedo, em 10.05.11

Enquanto Kate e William diziam o sim real, Alain de Botton twittava uma provocação para os seus quase cem mil seguidores. Segundo o autor de O consolo da filosofia, Ensaios de amor ou A arte de viajar, Kate Middleton seria a mulher com quem todas as mulheres gostariam de casar, caso fossem homens. A graça do Twitter está na falta de espaço para apresentar motivos para esta hipótese. Talvez Alain de Botton tenha querido dizer que os homens não têm a mesma ideia relativamente a Kate Middleton. A Duquesa de Cambridge não representaria um ideal masculino, mas um ideal feminino quando se mascara de inimigo. No limite, diria que Alain de Botton defende a ideia de que as mulheres querem ser como Kate Middleton porque acreditam que é um tipo de mulher com quem os homens casam. Kate corresponde ao modelo de rapariga discreta elogiado pelo sexo masculino ao longo dos tempos. Mas Alain de Botton é um homem a pensar nas expectativas matrimoniais das mulheres. Isto reforça a ideia de a discrição feminina ser estimada pelos homens. Ou por ele próprio. Por mim, se fosse do sexo oposto, preferia casar com a mulher de Nick Clegg. Felizmente, já é casada.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 6-5-11

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publicado às 16:21