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Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 18.10.11
John William Godward, The Fruit Vendor, 1917

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publicado às 21:39

Serenata para a abstinência sexual

por Carla Hilário Quevedo, em 18.10.11

do Μάνος Χατζιδάκις

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publicado às 19:09

Os infortúnios da normalidade

por Carla Hilário Quevedo, em 18.10.11

Quando Amanda Knox foi ilibada da morte de Meredith Kercher, após ter passado quatro anos na prisão, ouvi dizer: «Não sei se é culpada ou inocente, mas agora nunca saberemos quem foi o assassino». Não sei se a frase é involuntariamente cínica ou sinceramente estúpida. Mas nem o cinismo, mesmo que propositado, a protege da estupidez. Depreendemos que mais valia que ficasse dentro. Mais tarde ou mais cedo, Amanda levar-nos-ia ao culpado... Como acredito na Justiça, estou convicta de que Amanda é inocente. Quando foi declarada culpada no primeiro julgamento, reprimi o meu espanto. Agora fiquei aliviada graças ao artigo de Carole Cadwalladr, no Guardian, que defende que ainda há homens e mulheres que não aceitam uma normalidade que inclua sexo. Amanda foi acusada de ter feito sexo com um desconhecido num comboio. Parece que era namoradeira e encontraram um vibrador nas suas coisas. Em suma, uma rapariga assim só podia acabar a matar uma pessoa. De preferência, uma que fosse o seu contrário. Meredith, por exemplo. Não sei se Amanda é «culpada» de ser rapariga e sexualmente activa, como diz Cadwalladr. Mas concordo que ser normal e gira como Amanda Knox ainda perturba muita gente.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 14-10-11

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publicado às 19:04

Destaque

por Carla Hilário Quevedo, em 18.10.11

Women Reading

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publicado às 11:38

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 18.10.11

The Kelly

Grace Kelly

 

... não têm dado muito destaque a esta notícia do provável perdão de parte da dívida grega, talvez para não criar muitas ilusões de que se possa passar o mesmo connosco - talvez aconteça em 2013, quando a troika ou seja quem for perceber que não é possível pagar esta dívida por inteiro. Não tem nada a ver com caloteirice: é puro bom senso e contas de cabeça. Não querendo ser o Medina Carreira nem a Manuela Ferreira Leite deste tema, recordo alguns acordares: o primeiro a 15 de Agosto de 2010; o segundo a 14 de Setembro de 2010; e o terceiro a 27 de Março de 2011. Não sou contra as reformas que têm de ser feitas, mas há-de chegar um ponto em que não haverá reforma que nos valha. É só.

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publicado às 11:02