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Let the stormy clouds chase

por Carla Hilário Quevedo, em 13.12.11

Everyone from the place

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publicado às 19:49

Há imenso Max Raabe und Palast Orchester...

por Carla Hilário Quevedo, em 13.12.11

... neste blogue, mais entretanto os vídeos deixaram de estar disponíveis. Restam dois: aqui (tão bem interpretado em Lisboa) e aqui (eu sei, eu sei).

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publicado às 19:40

Mil vezes bravo

por Carla Hilário Quevedo, em 13.12.11

«Ninguém lamenta mais do que nós», disse o cantor alemão Max Raabe num português correcto no domingo passado, após os presentes na Fundação Calouste Gulbenkian terem respondido com um sonoro «ooooohh» ao anúncio de que o espectáculo chegara ao fim. Voltou três vezes ao palco depois desta primeira despedida, a última das quais para cantar com os músicos da Palast Orchester o eloquente Auf Wiedersehen, leb wohl (qualquer coisa como 'Adeus, até sempre'), de 1932. Durante cerca de duas horas, Max Raabe e a Palast Orchester encantaram o público com valsas, canções tradicionais alemãs e até um foxtrot oriental, num regresso nostálgico e generoso à década de 30. Who’s Afraid of The Big Bad Wolf, de Frank Churchill (1933), What a Difference a Day Makes, de María Grever (1934), e Top Hat, White Tie and Tails, de Irving Berlin (1935), são alguns dos temas que ficarão na memória por causa da interpretação peculiar, imóvel e distante, de Max Raabe. A Palast Orchester, por seu lado, não ficou parada e foi responsável pelo único momento de humor alemão do espectáculo: a queda aparatosa de um instrumento. Tirando este instante, diria que foi um concerto perfeito.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 9-12-11

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publicado às 19:34