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Por causa da sua má opinião sobre si próprio

por Carla Hilário Quevedo, em 29.01.13

Michael Moore Calls Zero Dark Thirty a ’21st Century Chick Flick’

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publicado às 23:05

Gostar de homens

por Carla Hilário Quevedo, em 29.01.13

Zero Dark Thirty, de Kathryn Bigelow, sobre a operação da CIA para matar Osama Bin Laden, é um excelente filme. Bigelow gosta de homens, por isso a guerra interessa-lhe. O facto de a protagonista ser uma mulher é uma maneira de estar ela própria no meio da narrativa. Não creio por isso que Maya seja um símbolo especial de nada. Não pude deixar de reparar na beleza masculina presente em quase todas as cenas. Os actores são uns grandes borrachos. E são muitos. E não é só isso. As personagens masculinas revelam uma série de expectativas das mulheres relativamente aos homens. Por exemplo, os batedores, que têm como missão entrar na casa onde a operacional da CIA acredita estar Bin Laden, são giros e fortes, cavalheiros e corajosos. Não são rudes nem estúpidos e até na desconfiança são gentis. Não têm a certeza se a teoria de Maya estará certa, mas são respeitosos e mostram que estão do lado dela. Zero Dark Thirty é sexy. Quem diria?

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 25-1-13

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publicado às 18:57

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por Carla Hilário Quevedo, em 26.01.13

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publicado às 18:39

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 26.01.13

Scarlett Johansson

 

... a minha falta de respeito não tem a razão que apontas, Filipe. O suicídio é uma solução encontrada num momento de desespero, por isso não creio que o valor que se dá à vida, maior ou menor, esteja sequer em causa. Além de que tenho uma enorme dificuldade em perceber como é que uma pessoa que dá tanto valor a uma coisa pura e simplesmente a destrói. Sou, por enquanto, um ser racional. A razão, dizia, não é essa que apontas. É outra, e ganha em ser conversada na companhia de um coelho à caçador ou de um polvo à lagareiro.

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publicado às 08:53

Bigelow

por Carla Hilário Quevedo, em 24.01.13

 "What was it like for you and your actors to shoot the torture scenes?

 

On a personal level, those scenes were really hard to do. The audience wants to look away but knows they shouldn’t. It’s wrenching and difficult, and that is acknowledged in the cues we see in Jessica Chastain. She looks away; she covers her mouth. That is how many people in the audience react, or how they would react if they were in that room. It’s the kind of thing we instinctively rebel against. That says something about the larger issue here, too, which is that it’s easier to turn away from it than face it. It paints an honest picture of what was happening, and we are only beginning to come to terms with it." Do Q&A.

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publicado às 21:50

Outro retrato polémico

por Carla Hilário Quevedo, em 22.01.13

John Napper, Queen Elizabeth II, 1956


'The 60-year-old painting, which was one of the first official paintings of Queen Elizabeth II, was universally rejected, even the artist (yes, the artist) famously said that it was “a beautiful painting of a queen, but not this Queen.” Ouch.' No Hyperallergic.

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publicado às 19:26

O quadro não fotografa bem

por Carla Hilário Quevedo, em 22.01.13

"I believe half the problem is that the portrait doesn't photograph well and I would encourage people to go and see it", Paul Emsley reage às críticas.

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publicado às 19:22

O retrato de Kate

por Carla Hilário Quevedo, em 22.01.13

Paul Emsley, HRH The Duchess of Cambridge, 2012

 

Paul Emsley pintou o primeiro retrato oficial da Duquesa de Cambridge. Como é comum nos dias de hoje, a obra foi recebida com comentários desagradáveis. Até a crítica de arte do Guardian teve a indelicadeza de o comparar a uma personagem do filme Twilight. É no que dá querer agradar ao público anónimo. Só a própria Kate Middleton e Sir Hugh Leggat, negociante de arte, que observou que Paul Emsley ultrapassou o hiper-realismo e criou um "realismo temporal", manifestaram ter gostado do retrato. Não o vi ao vivo, mas vi, do mesmo autor, o de V.S. Naipaul e fiquei impressionada. Havia um movimento pouco usual no quadro, que também parece existir nesta obra. Há ainda uma simplicidade e uma franqueza no retrato de Kate Middleton que me agradam. Como referiu Christopher Lloyd, do Art Fund, o tom de mistério está no fundo escuro. Dizem que Kate parece mais velha. Foi o artista que a viu mais sábia do que numa fotografia.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 18-1-13

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publicado às 19:13

Viva!

por Carla Hilário Quevedo, em 20.01.13

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publicado às 17:56

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 20.01.13

Sophia Loren, bem acompanhada

 

... o aspecto que me parece mais estranho deste 'debate' sobre a reforma do Estado é a insistência no discurso do cortes de milhares de milhões e o silêncio a respeito do que importa preservar. O estado de emergência confundiu as prioridades, sobretudo daqueles que nunca leram um livro na vida (no sentido literal e metafórico). Porque tudo se resume a isto: uma grave falta de cultura dos governantes e políticos, que condena o país ao constante fracasso. A reforma do Estado é fundamental, não só para as gerações futuras, mas para as que estão activas hoje. Cortar a direito tem consequências sérias para as pessoas, atinge directamente as vidas de muita gente e indirectamente as de quase todos nós. Pior ainda: não resolve. Quanto ao pouco tempo disponível, é possível fazer um bom trabalho com um prazo apertado. Não há, aliás, outro remédio.

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publicado às 11:07

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