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2017

por Carla Hilário Quevedo, em 02.01.13

A justiça portuguesa levou entretanto uma grande volta. Em vez dos anteriores dez anos de média para se pronunciar sobre uma disputa banal, os tribunais demoram cinco. No restantes países da Europa a média é agora de três dias. É em 2017 que Paulo Ribeiro, grande homem, sério e com a noção do que está certo e errado, vê terminado o processo que instaurou contra o Santander Totta. Recordo que, há cinco anos, tinha ido levantar um cheque à dependência de Celeirós, em Braga, quando foi convidado a sair porque se encontrava mal vestido. A sentença é favorável ao empresário da sucata, mas não lhe atribui a indemnização de 20 mil euros que reclamava. Em vez disso, o tribunal estipula que o banco pague 20 euros de multa. A justiça portuguesa nunca desilude. Depois desta infâmia, aconteceu tudo o que previ aqui no SOL: um raio abateu-se sobre a dependência do Santander Totta e um Anjo anunciou a morte dos primogénitos da terra.

 

Previsões até 2017 na Tabu, Cinco Sentidos, 28-12-12

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publicado às 14:38