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Os japoneses não existem (13)

por Carla Hilário Quevedo, em 30.04.13

Ripe Tomato Hairstyle from Japan

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publicado às 19:12

Para sempre

por Carla Hilário Quevedo, em 30.04.13

Numa edição feliz do The New York Review of Books, Michael Dirda escreve sobre o seu contacto com o detective Sherlock Holmes. Quando fala das adaptações das histórias de Sir Arthur Conan Doyle para cinema e televisão, apesar de preferir Jeremy Brett, elogia os filmes com Robert Downey Jr. e o ‘byroniano’ Benedict Cumberbatch, herói da série Sherlock. Gosta, além disso, da série Elementary, que nos apresenta uma visão ousada do herói e do seu assistente. Jonny Lee Miller é um toxicodependente em recuperação profusamente tatuado e o Dr. Watson é Joan Watson, interpretada por Lucy Liu. O fenómeno Sherlock Holmes é actualizado no cinema e na televisão e também na literatura. Dirda refere Bertie Wooster e o seu mordomo Jeeves como uma aproximação ao duo de Conan Doyle. A sugestão é original. O artigo foi eficaz porque despertou a vontade de rever e reler tudo sobre o detective. Até uma autobiografia do Dr. Watson, cuja existência desconhecia.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 26-4-13

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publicado às 19:03

Dos Modernos

por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.13

Sir Terry Frost, Colour on the Side, 1969

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publicado às 18:10

Blockbomba

por Carla Hilário Quevedo, em 27.04.13

Killing Them Softly (gostei deste filme de gangsters existencial com óptima banda sonora). The Paperboy (muito bom). 

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publicado às 18:01

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 27.04.13
Grace Kelly 

 

... após reflexão demorada sobre o problema que afecta 98 por cento dos portugueses, e que encontramos resumido na pergunta até hoje retórica "Como chegar até ao fim do mês?", anuncio que descobri a solução: coma auto-induzido. Tem ar de mito urbano, porque é demasiado, digamos, autónomo, mas dadas as circunstâncias radicais penso que não custa tentar. 

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publicado às 10:37

Por falar em sexy...

por Carla Hilário Quevedo, em 25.04.13

... ontem ouvi falar sobre Montale - que era casado com uma senhora que se chamava Drusilla Tanzi, e tudo o que seja Drusilla ou Drusa soa tão bem -, mas foi quando o Carlo Arrigoni falou sobre Gabriele D'Annunzio que o meu coração bateu mais forte. Aqui fica a parte final do poema Meriggio, de D'Annunzio. E como é bem lido, com intensidade, aqui, por Roberto Herlitzka

 

E la mia forza supina
si stampa nell'arena,
diffondesi nel mare;
e il fiume è la mia vena,
il monte è la mia fronte,
la selva è la mia pube,
la nube è il mio sudore.
E io sono nel fiore
della stiancia, nella scaglia
della pina, nella bacca,
del ginepro: io son nel fuco,
nella paglia marina,
in ogni cosa esigua,
in ogni cosa immane,
nella sabbia contigua,
nelle vette lontane.
Ardo, riluco.
E non ho più nome.
E l'alpi e l'isole e i golfi
e i capi e i fari e i boschi
e le foci ch'io nomai
non han più l'usato nome
che suona in labbra umane.
Non ho più nome nè sorte
tra gli uomini; ma il mio nome
è Meriggio. In tutto io vivo
tacito come la Morte.

E la mia vita è divina.

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publicado às 11:25

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 25.04.13
Lara Pulver, bem acompanhada

 

... vou ser spoiler. O aparecimento de Irene Adler no primeiro episódio da terceira temporada de Sherlock animou um detective que recusava inúmeros casos por serem boring. Brainy is the new sexy, diz Adler, como se fosse uma novidade. Novidade é Adler aparecer como uma dominatrix, mas sobretudo muito novo é não morrer. Adler morre no original de Conan Doyle, morre com Jeremy Brett, até em Elementary está morta. Mas neste excelente episódio, Adler sobrevive numa situação impossível. Alive is the new sexy, assim é que é.

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publicado às 10:14

Dos Antigos

por Carla Hilário Quevedo, em 23.04.13

Patrick Caulfield, 'Crying to the walls: My God! My God! Will she relent?', 1973

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publicado às 19:37

Quem anda a ver se ganha um lugar um Céu...

por Carla Hilário Quevedo, em 23.04.13

... é a Goldman Sachs, que patrocina esta absoluta maravilha.

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publicado às 19:27

Doação de luxo

por Carla Hilário Quevedo, em 23.04.13

Estée Lauder, filha de imigrantes, começou com o tio a fabricar e a vender produtos de beleza nos anos trinta. Teve dois filhos. O mais velho entrou para o negócio da família aos 25 anos. Nos anos 60, Estée Lauder era já uma das mais importantes marcas de cosmética. Foi no fim dessa década que o filho começou a reunir, com cuidado e critérios selectivos, a maior colecção particular de pintura cubista. Actualmente com 79 anos, 40 após se ter iniciado como coleccionador de arte, Leonard Lauder doou um conjunto de 78 obras, quadros, desenhos e esculturas, avaliado em mais de um bilião de dólares, ao Metropolitan Museum. A doação é uma das mais generosas de sempre. Impôs como única condição ao museu que não vendesse as obras nos próximos tempos, prometendo, além do mais, acrescentar ao espólio do Metropolitan as peças cubistas de relevância que entretanto encontrar. Não tenho dúvidas de que estas acções também contam para ir para o Céu.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 19-4-13

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publicado às 19:21

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