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Por falar em sexy...

por Carla Hilário Quevedo, em 25.04.13

... ontem ouvi falar sobre Montale - que era casado com uma senhora que se chamava Drusilla Tanzi, e tudo o que seja Drusilla ou Drusa soa tão bem -, mas foi quando o Carlo Arrigoni falou sobre Gabriele D'Annunzio que o meu coração bateu mais forte. Aqui fica a parte final do poema Meriggio, de D'Annunzio. E como é bem lido, com intensidade, aqui, por Roberto Herlitzka

 

E la mia forza supina
si stampa nell'arena,
diffondesi nel mare;
e il fiume è la mia vena,
il monte è la mia fronte,
la selva è la mia pube,
la nube è il mio sudore.
E io sono nel fiore
della stiancia, nella scaglia
della pina, nella bacca,
del ginepro: io son nel fuco,
nella paglia marina,
in ogni cosa esigua,
in ogni cosa immane,
nella sabbia contigua,
nelle vette lontane.
Ardo, riluco.
E non ho più nome.
E l'alpi e l'isole e i golfi
e i capi e i fari e i boschi
e le foci ch'io nomai
non han più l'usato nome
che suona in labbra umane.
Non ho più nome nè sorte
tra gli uomini; ma il mio nome
è Meriggio. In tutto io vivo
tacito come la Morte.

E la mia vita è divina.

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publicado às 11:25

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 25.04.13
Lara Pulver, bem acompanhada

 

... vou ser spoiler. O aparecimento de Irene Adler no primeiro episódio da terceira temporada de Sherlock animou um detective que recusava inúmeros casos por serem boring. Brainy is the new sexy, diz Adler, como se fosse uma novidade. Novidade é Adler aparecer como uma dominatrix, mas sobretudo muito novo é não morrer. Adler morre no original de Conan Doyle, morre com Jeremy Brett, até em Elementary está morta. Mas neste excelente episódio, Adler sobrevive numa situação impossível. Alive is the new sexy, assim é que é.

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publicado às 10:14