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Sylvie Guillem, sempre

por Carla Hilário Quevedo, em 13.07.13

O bailarino argentino Jorge Donn dançou a coreografia de Maurice Béjart vinte anos antes, em Les uns et les autres.

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publicado às 19:13

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 13.07.13
Sophia Loren

 

... não foram muitas as pessoas que ficaram satisfeitas com a 'decisão' do Presidente da República. Mas as que exultam agora com a intervenção exótica de Cavaco Silva - para não dizer trágica para o país, e não o digo de ânimo leve - fazem-no sobretudo por ressentimento a Paulo Portas. Coisas de velhos que alimentam ódios pouco saudáveis durante a vida e que nunca se chegam realmente a vingar. É curioso como isto da vingança tem um prazo até para se servir fria. Depois de um certo tempo, os vingadores parecem ridículos e mesquinhos, e o objectivo por fim 'atingido' não é compreendido por ninguém. No meio desta exultação por Portas, um dos alegados 'garotos', ter sido 'posto no seu lugar', o país afunda. E afunda como? Como António Capucho, por exemplo, desconhece que seja possível afundar, porque nunca trabalhou um único dia da sua vida, o que me parece lindamente. Só não percebo por que razão fala tanto e de quê exactamente. As empresas estão bloqueadas, o investimento está paralisado, o Estado não se reforma nem a gente almoça. Em vez de uma crise de uma semana, o país enfrenta a possibilidade de não existir durante um ano, porque o Presidente não foi informado de uma demissão que tinha obrigatoriamente de ser apresentada. Vanitas vanitatum omnia vanitas, a questao é só esta. Antecipemos eleições, sim; eleições presidenciais.

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publicado às 08:26