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Sexy witches

por Carla Hilário Quevedo, em 31.10.13

Instagramei um cartoon da The New Yorker.

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publicado às 18:11

Um problema prático

por Carla Hilário Quevedo, em 30.10.13

Gonçalo, de 15 anos, saiu de casa para a escola com duas facas, um spray de gás pimenta, dois frascos de álcool e dois isqueiros na mochila. Tinha um plano megalómano escrito numa folha. Queria matar 60 pessoas usando mais umas traquitanas que não foram encontradas na mochila. As bombas caseiras e a espingarda que incluíra na lista talvez causassem mais danos. Assim, Gonçalo ficou-se por esfaquear três colegas e uma funcionária da escola, que se encontram livres de perigo. Antes de ler a lista do rapaz, estranhei a intenção de matar 60 pessoas à facada. Nem o Jack, o Estripador foi capaz de tal coisa. Era uma de cada vez. É um plano de doidos. Para executar esta tarefa rigorosamente hercúlea é preciso ter uma força e uma resistência física sobre-humanas. Mesmo com a espingarda, não sei. Certo é que Gonçalo não matou ninguém, por mais homicidas que fossem as suas intenções, se é que as tinha. São 15 anos de solidão, desespero e estupidez.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 25-10-13

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publicado às 17:12

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 30.10.13

Dexter Morgan aka Michael C. Hall

 

... na última temporada de Dexter, aparece uma personagem magnífica interpretada pela não menos magnífica Charlotte Rampling. A Dra. Evelyn Vogel é uma psiquiatra a quem o pai de Dexter contou o que suspeitava do filho ainda pequeno. A psiquiatra fez o seu trabalho e aceitou a psicopatia de Dexter, e numa atitude profundamente conservadora, que consiste em fazer o melhor que se pode com aquilo que se tem, não a quis corrigir nem reprimir. Orientou a sua inclinação inventando um código de conduta ou uma moralidade particular. Dexter, um justiceiro giro e cool, só, enfim, livraria o mundo dos culpados que tivessem escapado à Justiça. A ideia de ter sido uma mulher a "inventar" Dexter é divertida. Mas há um problema, sempre houve desde o início. Como é que um psicopata, por definição esquisito nas emoções, tem uma preocupação tão grande com a irmã? 

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publicado às 08:32

Entretanto, em 1972

por Carla Hilário Quevedo, em 29.10.13

And the colored girls go
Tuturutu turu turu, tuturutu, turu turu

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publicado às 17:22

"Jornalismo" televisivo

por Carla Hilário Quevedo, em 29.10.13

Do jornal Página 12, há uns tempos.

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publicado às 17:18

A respeito das "declarações" de Carrilho

por Carla Hilário Quevedo, em 29.10.13

Há gente* muito preocupada com a separação entre vida privada e pública no caso de divórcio de Bárbara Guimarães. São os mesmos que citam sempre que podem aquela coisa (boa, atenção) do primeiro vieram buscar não sei quem, depois vieram buscar não sei quem mais, mas depois ficam muito aflitos quando se fala de pessoas concretas. O diabo que os carregue mais a sua infinita hipocrisia e estupidez.


* Refiro-me àqueles que desvalorizam o facto de estarmos perante um caso de maus tratos, que, por isso mesmo, diz respeito a todos nós. Não se trata de um fait divers, mas de um crime, que continua a ser praticado na difamação por Manuel Maria Carrilho.  

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publicado às 10:01

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 29.10.13

O Pensador de Rodin, 1879-1889

 

... não é possível perceber nada que se relacione com interpretação sem termos pessoas à volta. Nada de realmente muito sério. E o que percebo, cada vez mais e de uma forma mais clara, é que interpretamos de acordo com aquilo que vivemos. Não há nada a fazer. A nossa vida toda está presente nas nossas leituras, no que dizemos sobre o que lemos, nos nossos erros ou mal-entendidos, nas nossas experiências de felicidade. Os outros ajudam a que entendamos que estamos a falar de nós, do que somos, daquilo em que acreditamos profundamente, do que repudiamos. É uma espécie de vida em permanente ricochete. Será que, a certa altura, no momento em que crescemos por fim, deixamos de nos desviar? 

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publicado às 09:18

Dos Modernos

por Carla Hilário Quevedo, em 24.10.13

Alex Nuñez, Beyonce Is Really Killing It Right Now, 2013

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publicado às 16:46

Mestres

por Carla Hilário Quevedo, em 22.10.13

A parte da globalização de que mais gosto é a de podermos ver quase em simultâneo as séries boas de televisão que estreiam lá fora. Agora podemos assistir a Masters of Sex, produzida pela Showtime, baseada na história de William H. Masters e Virginia E. Johnson e a sua investigação sobre a sexualidade no fim da década de 50. Se o relatório Kinsey escandalizou com as estatísticas da sexualidade nos Estados Unidos, Masters e Johnson revelaram a ignorância sobre as relações sexuais em geral e o corpo feminino em particular. Numa sociedade puritana, só as prostitutas tinham uma ideia informada sobre os usos, as taras e os costumes da prática do sexo. A investigação e a metodologia polémica, o sexo em laboratório, acompanharam os tempos. As conclusões seriam conhecidas na aurora da revolução sexual dos anos 60. A realização e a interpretação de Michael Sheen e Lizzy Caplan são excelentes. A história está contada com delicadeza e bons diálogos.


Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 18-10-13

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publicado às 17:40

Os japoneses não existem (13)

por Carla Hilário Quevedo, em 22.10.13

Why have young people in Japan stopped having sex?

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publicado às 17:38

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