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Óptimo para ver no iPad

por Carla Hilário Quevedo, em 03.01.14

Jan Brueghel, o Velho, e Hieronymus Francken II, The Archdukes Albert and Isabella Visiting a Collector's Cabinet, 1621-23.

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publicado às 20:14

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por Carla Hilário Quevedo, em 03.01.14

A exposição Rubens, Brueghel, Lorrain - A paisagem nórdica do Museu do Prado, que pode ser visitada no Museu Nacional de Arte Antiga até 30 de Março, não é excelente. Há três ou quatro salas desinteressantes, com pinturas de cenas de patinagem, bosques, palácios e navios de guerra. A última sala, onde encontramos o Lorrain deslumbrante, Paisagem com uma monja mercedária, de 1636-39, é irregular. Mas como acontece nestas exposições, há duas ou três obras cuja presença em Portugal nos honra e que justificam a visita. Diria que o Claude Lorrain mencionado e, claro, a paisagem esplendorosa de Rubens, Atalanta e Meleagro Caçando o Javali de Cálidon, de 1635-1636. Mas apesar da beleza das paisagens, gosto sobretudo da confusão nas obras de Jan Brueghel, o Velho. A Boda campestre, de 1621-23, é um exemplo dessa mistura caótica de pessoas e actividades num cortejo nupcial. Gosto de quadros que pedem que nos dobremos para ver melhor.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 27-12-13

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publicado às 20:10