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A resposta de Woody Allen

por Carla Hilário Quevedo, em 12.02.14

"Even the venue where the fabricated molestation was supposed to have taken place was poorly chosen but interesting. Mia chose the attic of her country house, a place she should have realized I’d never go to because it is a tiny, cramped, enclosed spot where one can hardly stand up and I’m a major claustrophobe. The one or two times she asked me to come in there to look at something, I did, but quickly had to run out. Undoubtedly the attic idea came to her from the Dory Previn song, "With My Daddy in the Attic." It was on the same record as the song Dory Previn had written about Mia’s betraying their friendship by insidiously stealing her husband, André, "Beware of Young Girls." One must ask, did Dylan even write the letter or was it at least guided by her mother? Does the letter really benefit Dylan or does it simply advance her mother’s shabby agenda? That is to hurt me with a smear. There is even a lame attempt to do professional damage by trying to involve movie stars, which smells a lot more like Mia than Dylan." Da resposta de Woody Allen, publicada no NYT, um jornal que, por este andar, deve um pedido de desculpa aos leitores. 

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publicado às 19:05

Provavelmente inocente

por Carla Hilário Quevedo, em 12.02.14

A carta de Dylan Farrow, filha adoptiva de Mia Farrow e Woody Allen, publicada no New York Times, em que acusa o realizador de a ter abusado quando tinha sete anos, é de uma violência sem paralelo. É certo que hoje em dia pouco do que se publica choca os leitores, mas esta carta de uma rapariga destruída aos 28 anos merece análise policial. Não sabemos o que se passou entre Woody Allen e a filha adoptiva, se é que se passou, mas sabemos do que Mia Farrow é capaz. Quem não se casava com esta mulher era eu. Ainda há meses anunciou que o filho, Ronan Farrow, era filho de Frank Sinatra, o que significa que Mia Farrow teria engravidado do ex-marido estando casada com Woody Allen. Não sabemos, repito, o que se passou, mas lembremos que Woody Allen não foi acusado como Roman Polanski. Quando foi interrogado, nada indicou que tivesse cometido um crime. Cuidado com a ânsia acusatória, tão amiga da injustiça. É preferível enganarmo-nos ao contrário.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 7-2-14

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publicado às 19:00