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Blockbomba

por Carla Hilário Quevedo, em 20.07.14

Borgman (muito estranho, gostei imenso). Homefront (filme relaxante). August: Osage County (grande filme, excelente Julia Roberts).

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publicado às 18:32

Excelente artigo...

por Carla Hilário Quevedo, em 20.07.14

... do Paulo Tunhas, no Observador, sobre uma questão que não tem solução: "Se há vítimas civis, isso deve-se, antes de tudo o mais, ao facto de as armas do Hamas e os seus centros de acção se encontrarem propositadamente localizadas no meio de populações civis, ou em mesquitas, hospitais e escolas, e de o Hamas tentar impedir que as pessoas, antecipadamente avisadas dos ataques por Israel, saiam do sítio onde estão, e onde estão também os responsáveis políticos e militares terroristas que dessas pessoas se servem como protecção. A tragédia indiscutível da morte de civis é, além disso, amplificada pelo fatal enviesamento dos media, sempre dispostos a aceitarem sem pestanejar as usuais falsificações do Hamas, que são mais do que muitas. Para o Hamas, cada civil palestiniano ou israelita morto é uma vitória. Para Israel, cada civil morto – israelita ou palestiniano – é uma derrota."

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publicado às 16:13

Casamento cerebral

por Carla Hilário Quevedo, em 20.07.14

"'Who was that?' Parfit asked him. After extracting her name and being told that she had recently separated from a partner, Parfit wrote her a letter, which she says she will publish one day. 'The most remarkable chat up letter in history,' Radcliffe-Richards calls it. He’d bought The Sceptical Feminist as, according to her, 'a sort of audition' and proceeded to pursue her assiduously, oblivious to the fact that he was in competition with four other men." Artigo na Prospect sobre Derek Parfit e a mulher, a tão interessante Janet Radcliffe-Richards

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publicado às 16:06

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 20.07.14
Ava Gardner

 

... quando vivi em Atenas, por mais grego que fosse o meu sotaque, as sandálias que usava no Verão denunciavam que era estrangeira. Se não me olhassem para os pés, passava por grega (passei muitas vezes). Mas se vissem o que trazia calçado, aquelas sanadálias feitas à mão numa loja para turistas em Monasteráki, começavam logo a sorrir. Ninguém percebia aquele gosto, mas para mim era evidente que na Grécia se usassem sandálias gregas. Em Atenas, sê grego. E eu era grega through and through, da cabeça aos pés, mesmo. Era aliás mais grega do que os gregos. Agora sei que estava à frente do meu tempo. As Ancient Greek Sandals são aquilo que sonhava durante os anos em que usei as pouco sofisticadas de Monasteráki. Agora vou ali encomendar umas Antigone em preto, umas Chloe em Corda e umas Nephele em Natural/Platinum. O vídeo é uma maravilha.

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publicado às 12:02