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Dos Modernos

por Carla Hilário Quevedo, em 10.12.14

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Childe Hassam, The Water Garden, 1909

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publicado às 19:13

Mas nunca gostarei de queijo

por Carla Hilário Quevedo, em 10.12.14

Li um artigo na Slate sobre o que nos leva a gostar de uns ingredientes e a odiar outros. Começando pelo fim, não há uma explicação - há muitas e nenhuma foi totalmente comprovada nem aceite. Talvez a mais delirante seja aquela que diz que começamos a determinar os nossos gostos no ventre da mãe. O que é certo é que os nossos gostos são neofóbicos e com razão. O nojo que seria uma humanidade que come de tudo indiscriminadamente. Também é verdade que certos gostos são adquiridos. Podemos odiar ostras desde crianças, mas é natural que esta percepção se modifique mais tarde. Há comestíveis com um grau de impopularidade mais global e sem diferenças etárias, como os coentros, o quiabo, certos molhos exóticos e partes de animais, como o fígado ou o cérebro. Mas os especialistas coincidem num ponto: os gostos fazem parte da nossa identidade, daquela se vai formando a partir da infância, que continua durante a vida e acaba antes de termos Alzheimer.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 5-12-14

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publicado às 19:01