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Até na repetição há desencontro

por Carla Hilário Quevedo, em 23.06.15

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publicado às 19:47

Cenas da vida conjugal

por Carla Hilário Quevedo, em 23.06.15

Aconteceu há dias começar a falar em castelhano, sem ter aulas nem haver nenhuma razão que me seja conhecida. 

 

- (visivelmente contente) Vais finalmente começar a falar a língua do Khal?

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publicado às 16:42

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 23.06.15

 Daenerys da Casa Targaryen, a Primeira do Seu Nome, Rainha de Meereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Protectora do Domínio, Khaleesi do Grande Mar de Relva, Mãe de Dragões aka Emilia Clarke

 

... bem, obrigada. O que deve uma pessoa inocente fazer quando acaba uma temporada de Game of Thrones? Primeiro, chorar um bocadinho. Depois pensar em como preencher o vazio emocional. A segunda temporada de True Detective estreia esta semana, mas é como ver agora um filme do Ingmar Bergman. Não é um substituto. Decidi que o melhor seria voltar a 2011 e rever a primeira temporada. O canal SyFy não compreende os fãs como é seu dever, porque recuperar o passado teria sido uma boa maneira de esperar pela sexta temporada. Por enquanto, quatro anos depois, posso dizer que não me lembrava de imensos pormenores e até de certas relações entre personagens, em que situações tinham aparecido, quem eram na história. Também estou em condições de defender que Ned Stark é responsável pelo seu fim. George R. R. Martin sabia que a seriedade de Stark seria impossível de sustentar num ninho de víboras, porque é uma característica de personagens aborrecidas, previsíveis, das quais não se pode esperar grandeza, porque não são capazes de mudar, de se adaptar, de jogar. Foi a falta de complexidade que matou Ned Stark. Agradeço ao autor a decisão certa que tomou. 

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publicado às 08:56