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Estado em que se encontra este blogue

por Carla Hilário Quevedo, em 22.07.15

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David Hurn, Miners’ week at Barry Island, 1973 

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publicado às 18:51

A revolução será twittada

por Carla Hilário Quevedo, em 22.07.15

Desde o referendo na Grécia que tenho seguido a crise grega através do Twitter. A minha vida melhorou quando comecei a seguir a conta anónima @GreekAnalyst, que além de revelar grande conhecimento sobre os assuntos, faz o favor de partilhar (retwittar) a informação relevante constantemente e ao momento. Na tarde de domingo das 17 horas de cimeira europeia, que só acabaria na manhã seguinte, era twittada a notícia acerca do fundo dos 50 mil milhões, que seria recebida com medo pelos canais de televisão horas depois. Quer isto dizer que as notícias twittadas por fontes próximas de Bruxelas e Atenas foram mais eficazes, isto para quem quis ser informado do que se passava ao segundo. Os meios de comunicação social tradicionais em Portugal continuam a não entender como podem competir com estes meios e persistem em não reflectir sobre como usufruir deles. O resultado é penoso, com rubricas sobre ‘o que se diz nas redes sociais’. Esqueçam lá isso.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 17-7-15

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publicado às 18:44

Alta corrupção

por Carla Hilário Quevedo, em 22.07.15

O homem que já foi o mais procurado nos Estados Unidos, Joaquín Guzmán, ou ‘El Chapo’ (o Baixinho), fugiu de uma prisão de alta segurança a 100 quilómetros da Cidade do México. É um dos traficantes de droga mais perigosos, à altura do colombiano Pablo Escobar. É também assassino confesso de mais de duas mil pessoas e responsável pela morte de milhares de outras nas guerras do narcotráfico. A sua fuga espectacular e cara (construíram um túnel de 1,5 km) não surpreende, se tivermos em conta o poder e o dinheiro do homem. Porém, não deixa de ser estranho que ‘El Chapo’ tenha conseguido escapar pela segunda vez de uma prisão no México quando as autoridades sabiam a importância deste criminoso. Quando foi preso pela segunda vez, os Estados Unidos pediram a sua extradição. As autoridades mexicanas recusaram o pedido e garantiram que não o deixariam fugir. O procurador-geral mexicano brincou que talvez daí a 200 ou 300 anos o extraditassem. É isso, é.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 17-7-15

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publicado às 18:41