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Diário pós-estival

por Carla Hilário Quevedo, em 05.10.17

- A última entrada do diário estival é de 7 de Setembro, altura na pré-campanha em que deixou de haver sequer 15 minutos para escrever um post curto de manhã. 

- Foi um Verão atribulado e entusiasmante. Os resultados do PSD em Lisboa não foram bons, mas não é o fim do mundo. Há, obviamente, explicações muito certas sobre o que se passou nesta campanha, onde vi de tudo, desde o muito mau que qualquer pessoa mais ou menos pressente, até ao muito bom, confesso que inesperado. Conheci pessoas com o coração e a cabeça no sítio certo, com as convicções bem definidas e com conhecimento. Essas pessoas estão lá e espero que ainda ouçamos falar muito delas. Nunca fiz parte de nada semelhante, não estou inscrita em nenhum partido, nem vou estar, mas, se me permitem, o líder do PSD deve surgir depois de uma reflexão acerca da ideologia, do pensamento e do discurso que se quer para o futuro. O líder seria uma consequência diria que natural e por isso teria uma legitimidade inequívoca. Provavelmente, não vai ser isto que vai acontecer, mas sou uma pessoa ponderada por natureza. 

- Passei dias muito compridos com pessoas extraordinárias. Nuno, Luís, Joaquim, Rodrigo, João Pedro, José Eduardo, Manuela, Cristina, Marta e Inês, I love you. Teresa, I love you more.

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publicado às 10:39