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Diário estival

por Carla Hilário Quevedo, em 10.08.17

- O ponto 2 da minha lista de intenções para este ano ainda está pendente e embora ainda não esteja em incumprimento, é oficial que estou atrasada. Não faz mal, acrescento, mas o atraso determina que abrevie as férias e acelere o passo. Foram dez dias no magnífico Alentejo interior, com 37 graus às cinco da tarde. Mudei de cor e estou bem.

- Há dias, num jogo de mímica, houve uma pessoa que encenou a palavra "adultério" para nos fazer chegar ao verbo "adulterar". Achei preguiçoso. 

- A sétima temporada de Game of Thrones arrisca a ser a melhor de sempre. Cada episódio é uma obra-prima, com o ritmo a acelerar e vários encontros sonhados a acontecer. Alguém dizia no Twitter que o quarto episódio foi o sonho de todos os nerds. Acho que tem razão. A reunião das irmãs Sansa e Arya foi fria, dizem algures na imprensa estrageira. Não li o artigo mas pareceu-me natural. Sete anos de brutalidade e violência deixam obviamente marcas. Sei que Arya é uma guerreira que não se interessa pelo poder, mas sou fã. Sansa, por seu lado, poderá ser uma líder justa e equilibrada (embora seja avessa ao risco, o que não é bom). Adoro que Bran diga que já não é Bran, apesar de "ainda não conseguir ver tudo". Faz-me pensar que RR Martin é um gigante que sabe muitas coisas sobre o que interessa. A omnisciência do Three-Eyed Raven obriga à abdicação. Houve quem viesse parar ao bomba inteligente por causa de uma frase de Bran a Littlefinger, "chaos is a ladder", que tinha dito a Varys no célebre episódio da escalada da Muralha. Lembrei-me logo de que fora Littlefinger a dizer aquilo que ouvia, perplexo, de Bran. O que pode acontecer a Littlefinger, agora que é confrontado com aquilo que acreditava ser uma mentira?

- Não há filmes de jeito, mas gostei muito deste. É uma comédia e acaba mesmo como eu gosto. 

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publicado às 10:06