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Diário pós-estival (2)

por Carla Hilário Quevedo, em 07.10.17

- Ruirrio é muito mau de dizer. Em Portugal, mesmo em Lisboa onde carregamos nos nossos érres, é uma dificuldade, quanto mais no estrangeiro. Por outro lado, às vezes é preciso um Calígula.

- Entretanto, cheguei à quinta temporada de uma série pouco falada de que gosto muito chamada Ray Donovan. As personagens são complicadas e fascinantes, todas, sem excepção. Dei por mim a pensar que personagem seria (coisa estranhíssima, que só pode ser resultado de testes do género feitos na parvoíce do Facebook) e cheguei à conclusão de que seria o Avi.

- Ray Donovan é o resultado da imaginação de uma mulher, Ann Biderman. Ray é uma criatura extraordinária nas qualidades e nos defeitos, de tal maneira que nos esquecemos que é um assassino. Não é cruel, é justo, não se surpreende com nada porque já viu tudo, resolve problemas, não é arbitrário nas suas decisões e até na infidelidade tem respeito. A única mulher por quem se apaixona, além da mulher com quem casou e teve filhos, é honesta e corajosa. Está tudo certo e bem pensado. Grande série!

- Há muito tempo que não via um filme de desenhos animados para crianças/adultos. Adorei Sing!

 

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publicado às 09:46