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Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 29.01.12
Vivien Leigh*

 

... pela leitura da reportagem da Visão sobre o super-espião português, concluo que se trata do caso clássico do homem que queria ser chefe desde que nasceu. Não há glamour nenhum nesta história de homens incultos e mesquinhos, interessados em tudo menos na segurança do País e dos cidadãos. A conclusão do artigo não esclarece quanto às motivações do super-espião para obter o máximo de informações sobre fosse quem fosse e trazê-las com ele no telefone - duh! 'Ambição de poder' não é uma explicação: é um sintoma. Isto tem de ser mais bem descrito. Mais interessante seria tentar perceber porque é que as suas aproximações ao poder político não correram lá muito bem. Dizem-me que isto dava um filme. Talvez: um filme com um argumento pobre e maus actores. Mas não é bem este o filme que interessa, pois não? Vou escrever o resto no meu iPhone.

 

* Obrigada, Ricardo! Confundi com a Elizabeth Taylor...

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publicado às 11:23