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por Carla Hilário Quevedo, em 22.11.03
O Nuno Mota Pinto tem um linque muito bom para as cartas de James Joyce para a mulher Nora Barnacle, a provar que um escritor é sempre um escritor, escreva este o que escrever.

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publicado às 03:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 19.11.03
O Pedro Mexia hoje refere-se ao bomba assim: "Pessoalmente, acho que uma pontinha de futilidade tem a sua graça; o encanto do Bomba Inteligente é essa mistura entre o mental e o mundano (ou, como diz um amigo meu, «entre o mestrado e a menstrução»)." As palavras do Pedro são carinhosas e inteligentes. O que me chamou a atenção foi o comentário do amigo do Pedro. A analogia entre mental e mundano ser mestrado e menstruação é surpreendente (embora perceba perfeitamente o trocadilho). Por um lado, mostra uma esperança académica insólita: mental e mestrado análogos? Basta ver os mestres que temos. Agora, para relacionar mundano e fútil com menstruação é preciso ter uma vida atormentada. Será o amigo do Pedro Mexia um poeta dito maudit? Ou apenas terá problemas na zona? Pedro, que Deus me proteja dos trocadilhos dos amigos que dos trocadilhos dos meus inimigos trato eu.

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publicado às 18:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 19.11.03
Começo (e não sei se acabo) o dia por dar as reboas-vindas ao casado Fora da Lei e ao Socio[B]logue. Dois beijos.

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publicado às 09:15

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.11.03
Dong dong dongdong, dong dong dongdong, dong dong dongdooong...

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publicado às 19:19

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por Carla Hilário Quevedo, em 18.11.03
O João Pereira Coutinho acedeu muito gentilmente ao meu pedido de esclarecimento da questão sobre o conservadorismo e enviou-me o texto que agora publico. Obrigada, João.



"Aquilo que a Carla escreve é a velha disposição conservadora - os teóricos chamam-lhe «conservadorismo natural» - que constitui a base do pensamento conservador propriamente dito: saber que, por cada mudança anunciada, há uma perda prometida - e consequente reacção. Oakeshott (sempre ele...) capturou tudo isso no clássico On Being Conservative, que é muito mais do que um texto de filosofia pura. É um ensaio literário devastador que funciona, implacavelmente, como inspiração para quem o lê.



Claro que nada disto é pacífico. Quando se fala de conservadorismo, existem essencialmente três formas de encarar o fenómeno.



A primeira é a visão tradicional, que olha para o pensamento conservador como uma forma de proteger interesses particulares - interesses associados a pessoas detentoras de poder ou estatuto. É a visão herdeira de 1789 e das lutas posteriores entre partidários da coroa e republicanos revolucionários. Uma visão que ficou: não admira que, hoje, quando se discute a «doença» do conservadorismo, os detractores acusem os conservadores de protegerem apenas interesses seus contra a vasta massa ignara.



Depois, existe uma segunda «escola» que olha para o conservadorismo, não como defesa de classe - mas como um sistema de valores («ontológico», dizem os sábios) que pode funcionar para todas as classes. É o conservadorismo de cardápio, que gosta de aplicar a todas as situações da realidade a mesma hierarquia de valores. Pode ser a família, a Pátria, a Igreja, blá, blá, blá, conhece a conversa. É um conservadorismo monolítico que acredita - erradamente, je pense - que a realidade é uniforme e as necessidades reais são uniformes também.



E depois existe uma terceira forma de olhar o pensamento conservador. Uma atitude reactiva que, alicerçada nesse seu «conservadorismo natural», questiona a mudança - mas não procura aplicar a ela, como nas duas vertentes supracitadas, o mesmo standard de valores. Não falo aqui de relativismo puro, em que as circunstâncias determinam os valores. Falo de uma atitude essencialmente plural que, embora reconhecendo a universalidade de certos valores basilares à vida humana (que devem ser protegidos SEMPRE), abre espaço para particulares concepções de vida - quer a nível social (baseadas nas tradições de comunidades específicas), quer a nível individual. É a única posição legítima, acho eu, para defender uma posição conservadora «real»: afirmando certos valores universais que devem ser protegidos e defendidos, embora reconhecendo a pluralidade da existência humana nas suas dimensões sociais e individuais. Reagimos à mudança quando sentimos que a mudança implica perda. Mas acomodamos a mudança - e acomodamo-nos à mudança - quando somos capazes de reconhecer que esta não só não ameaça os valores fundamentais da existência humana, como é apenas parte da sua diversidade - e, no extremo, da sua riqueza também. Como ter bordéis à porta de casa. Dão mau nome ao bairro - mas, em contrapartida, é sempre bom saber que, em caso de emergência, temos tudo à disposição num raio de cem metros: farmácias, lojas de conveniência, putas brasileiras etc. (machismo, claro)."

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publicado às 16:29

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.11.03
Du du bidu, du du bidu, du du biduuuu...

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publicado às 23:57

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.11.03
Hm... este conceito do blogomonstro da Papoilinha é divertido. Era engraçado fazermos da blogosfera um confronto entre maus e bons, com os maus a caírem sempre num panelão borbulhoso de ácido sulfúrico e os bons a casarem e a reproduzirem-se, com palácios em Sintra e limusines.



Por mim, chegaria a esses blogomonstros e diria: "Mau blogue! Mau! Leva tautau. Ai, ai!" E pronto.

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publicado às 20:45

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.11.03
Numa brevíssima interrupção entre a cantoria e os testes, leio o texto de hoje do João Pereira Coutinho sobre a série britânica The Office. Quando percebi que iam dar a série no sábado all over again até tremi. É precisamente por ser tão estupidamente próxima do quotidiano que não a suporto. Porque todos já conhecemos a inércia da recepcionista, a chico-espertice e a mediocridade dos funcionários, o massajar de gravata do chefe. Percebo que se ache piada. Eu fujo dela como o diabo da cruz.

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publicado às 12:14

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.11.03
Di di didi, di di didi, di di didiiiiii...

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publicado às 12:14

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por Carla Hilário Quevedo, em 16.11.03
O Torneiras é o responsável por esta calúnia infame!



breast implants!
YOU HAVE BREAST IMPLANTS!



What's YOUR deepest secret?
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publicado às 21:13

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por Carla Hilário Quevedo, em 16.11.03
O que eu quero agora saber é a que filme pertence o Abrupto e, já agora, se fosse um deus grego, qual seria. E a mesma curiosidade vai para a rapaziada do Barnabé. Toca a fazer os testes!

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publicado às 17:42

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por Carla Hilário Quevedo, em 16.11.03
Miau miau, miaumiau, miau miau, miaumiau, miau miau, miaumiaaaau...

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publicado às 17:37

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por Carla Hilário Quevedo, em 16.11.03
And (maybe) last, but not least...



CWINDOWSDesktoptarzan.jpg
Tarzan!



What movie do you belong in?
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publicado às 12:32

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por Carla Hilário Quevedo, em 16.11.03
Boing boing boingboing, boing boing boingboing, boing boing boingbooooing...

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publicado às 10:58

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por Carla Hilário Quevedo, em 16.11.03
Afinal não sou a Palas Ateneia! Buá!



nemesis
Nemesis



Which Of The Greek Gods Are You?
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publicado às 01:01