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por Carla Hilário Quevedo, em 30.04.04
Otoverme do dia: "So come on mama, dance to the drama", Black Eyed Peas, Hey Mama.

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publicado às 17:44

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por Carla Hilário Quevedo, em 30.04.04
Resultados prácticos: nada como uma bela ameaça...

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publicado às 09:44

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Eu sabia que isto estava escrito em qualquer lado (8)



"Quando calado, todo o homem inculto é prudentíssimo: ele esconde a palavra como uma doença vergonhosa." Páladas de Alexandria, séculos VI-V, mais coisa menos coisa, Antologia Palatina.

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publicado às 18:48

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Eu sabia que isto estava escrito em qualquer lado (7)



"É próprio das mulheres desprezar os orgulhosos e troçar das pessoas demasiado choramingas." Agátias, o Escolástico, ca. 536-582 d. C., Antologia Palatina.

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publicado às 18:33

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Macguffin, o Carlos manda dizer que sempre que queiras ver o wallpaper terás um gin tónico à tua espera.

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publicado às 17:01

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Expressões e palavras a abandonar (reacções)



- O opiniondesmaker (mais conhecido por bendito menino) quer negociar a ortografia de obsessão e quer passar a escrever "obcessão", como escreve "explendor" e não "esplendor". O Rebelo Gonçalves diz em letrinhas pequeninas no Tratado de Ortografia: "Façam-se excepções de ortografia para o opiniondesmaker, mas se o bendito menino começar a abusar, que lhe sejam cortadas as benesses". Por isso, permission granted. Mas "reinventar" não está permitido! Então o que é isso de inventar outra vez? Tem razão o bendito menino quando diz que "prenda" é por vezes melhor que "presente". "Que rica prenda" ou "saíste-me uma rica prenda" foram frases que muito ouvi na minha adolescência. Autorização especial concedida. Mas veja lá! O abuso de prenda leva é foleirada suprema. Já "como eu costumo dizer" é de uma cretinice nauseadora. Igualmente péssimas são as expressões, "como eu escrevi no artigo tal", "como eu digo", "eu sempre disse", "digo eu" (sugerido pelo Luís), "é o que eu digo" e afins. Crematório com elas!

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publicado às 16:28

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Conversas deliciosas



Participantes: o meu pai e o meu irmão mais novo (seis anos).



Pai: Tiveste bom menos a Matemática...

André: Pai, eu sei que sei. A sério. Eu merecia mais do que muitos meninos que tiveram melhor nota que eu.

Pai: Tiveste uma nota mais baixa por causa do mau comportamento.

André: Mas contas são contas e portar-se mal é portar-se mal!

Pai: Além disso, o trabalho está cheio de gatafunhos, com uma letra má.

André: A letra é má, mas o que está escrito está certo.



(Como dizem as minhas queridas amigas Ana Carolina e Adriana: "ai, que o menino é sobredotado...")

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publicado às 15:51

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Expressões e palavras a abandonar (6)



- O verbo confessar: parece-me curioso que não hesitemos em "confessar" e que tenhamos tantas reservas em "admitir" seja o que for.

- A expressão "não sei": estou a dieta de "não sei". A última vez que disse "não sei" fui obrigada a escrever duzentas vezes no quadro, "o que não sei, aprendo". Um bocadinho wishful thinking, talvez. Mas não será melhor levarmos um bocadinho mais a sério o "não saber"?

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publicado às 10:22

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por Carla Hilário Quevedo, em 29.04.04
Eu sabia que isto estava escrito em qualquer lado (6)



"Odeio tudo o que leva à loucura." Filodemo, século I a. C., Antologia Palatina.

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publicado às 10:00

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.04
Conversas deliciosas



Maradona: Olha, o Rui Jorge marcou um auto-golo.

Marido: É das drogas. Amor, tens de deixar o Pulmicort que faz mal.

Eu: Mas não jogo à bola.

Maradona: Carla, não te metas em conversas de futebol.

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publicado às 23:08

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.04
Explicações e palavras a abandonar (reacções)



- O Nuno aconselha a que enterre o "senhor doutor" ou "senhora doutora". Apoiado! As criaturas que saem da faculdade com o canudo devem ser tratadas por "senhor licenciado" ou senhora licenciada". O "Doutor" deve ser reservado aos doutorados e aos médicos. Mas isto significa acabarmos com os Dr. e as Dr.ª por que somos (os licenciados) agora tratados. E que está correcto segundo o prontuário. Mas não é bom, porque confunde, desprestigia uns e envaidece outros. Na secretaria da faculdade, os licenciados são lics. Não são Dr. nem Dr.ª e muito menos Doutores. Ah, e essa conversa das minúsculas parece-me uma nova moda. Mas isso já é lição de português.

- O Macguffin pergunta o que fazemos a "tenho um amigo meu". Ora se tenho já é meu, embora não necessariamente, mas isso já não cabe à sintaxe decidir. Lixo!

- A Ana faz uma boa pergunta: "Mas, já repararam que tudo isto nos remete mais para modos de estar e não, propriamente, para os vocábulos em si?" Mais, define o que somos. E faz-me pensar no que aprendemos.

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publicado às 22:58

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.04
A sorte deste rapaz (que está aqui em casa a ver a bola) é fazer parte da UBL. Se não já o tinha tirado da lista. Maradona, ou tens blogue, ou não tens blogue. Vê lá isso.

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publicado às 22:46

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.04
A manter: "banheiras de DVDs" (a sugestão é do Eduardo) e "mixórdia", termo apreciado pela Sara e por mim também. Tenho carinho por "mistela", mas nada de abusos.

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publicado às 15:47

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.04
Expressões e palavras a abandonar (reacções)



- O Alberto sugeriu que se abandonasse num vão de escada "na minha óptica" e "ao nível de". Que sejam abandonados sem que nenhuma alminha cheia de pena os recolha!

- O Rodrigo sugere a abolição do "eu". Será muito difícil aboli-lo. E a psicoterapia é desaconselhada neste caso. Sugiro que se faça uma dieta de "eu": só em situações de emergência, quando não se puder deixar de o referir por fazer confusão com a terceira pessoa do singular. E nada de confusões entre a primeira e a terceira! O Rodrigo sugere ainda a que se abandone o tão conveniente "alfinete de peito". Não me parece boa ideia. Pode sempre voltar ao velho termo "broche" se preferir.

- O Paulo tem um problema com a palavra "lábios". Isto da Primavera... Bom, em caso de dúvida, omita-se. Porque não dizer simplesmente "beijei a minha mulher"? Aliás, porquê dizer o óbvio? A abandonar: "beijei a minha mulher" e "beijei o meu marido". Ah, e "lábios" usar com cuidadinho, que é para não ouvir a piadinha ordinária.

- A Maria Limonada não gosta de "melindrar". E faz bem. Out!

- A aniversariante Inês não gosta de acessibilidade. É um vocábulo que parece estar a pedi-las, mas eu (agora teve de ser), que não sou de preconceitos, fui ao dicionário ver se seria palavra para pontapear. E não é. A acessibilidade não é o simples acesso, mas a qualidade dos acessos. Por agora fica. Damos-lhe um mês à prova e depois logo vemos. Adenda: "construir acessibilidades" está, obviamente, fora.

- O Afonso sugere o abandono de "gostoso" e de "tudo é relativo". "Gostoso" nem sei se existe! Péssimo, de qualquer modo. Já o "tudo é relativo" ou o "tudo é subjectivo" dão uma tese de doutoramento.

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publicado às 09:38

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por Carla Hilário Quevedo, em 28.04.04
O Ricardo faz hoje 30 anos. Bombardeamentos de beijos, explosões de alegria e parabéns!

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publicado às 00:22

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