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por Carla Hilário Quevedo, em 23.12.05
Agradecimento: ao Almocreve das Petas, que inclui o bomba na lista de blogues da sua preferência!

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publicado às 20:30

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por Carla Hilário Quevedo, em 23.12.05
De repente: eu sonhei ou ontem à noite dancei ao som do Ninguém, Ninguém, do Marco Paulo? Uns minutos depois: eis a resposta que mais temia. No fundo, estava a pedi-la.

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publicado às 20:28

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por Carla Hilário Quevedo, em 23.12.05
Eu hoje acordei assim...

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Madonna, por Steven Meisel, em Sex.

... tenho de me deixar desta vida de festividade intensa. Entretanto, da gripe ainda nada.

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publicado às 11:20

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por Carla Hilário Quevedo, em 22.12.05
Bomba de Ouro: "Dicionário - blogue (n.) - feminino, singular", da gold.

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publicado às 11:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 22.12.05
Miguel Esteves Cardoso sobre "Eros"

"O amor começa pelo amor."

Explicações de Português, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001, p. 151.

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publicado às 11:04

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por Carla Hilário Quevedo, em 22.12.05
Eu hoje acordei assim...

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Madonna, por Steven Meisel, em Sex.

... sinto que estou a um passo de me constipar. Pode mesmo ser uma questão de minutos.

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publicado às 11:02

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por Carla Hilário Quevedo, em 21.12.05
Última hora!

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Em mais uma patética tentativa de conseguirem falar com raparigas, Zé Diogo Quintela e Nuno Miguel Guedes transformam-se em 2DJs DO *******!! (música para dançar). On da mix, dia 22 de Dezembro, no Naperon (Rua da Barroca, ao Bairro Alto, antigo Três Pastorinhos). Façam o favor de aparecer.

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publicado às 22:20

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por Carla Hilário Quevedo, em 21.12.05
Miguel Esteves Cardoso sobre "Estado em que se encontra este blogue"

"Conversar é um grande erro. Comunicar não é trocar unicidades - é partilhá-las. 'Eu também' é a resposta mais bonita a tudo o que se possa dizer. Pergunta-se 'Porque é que me sinto sozinho?' e a resposta certa é 'Eu também me sinto sozinho'. Não é 'Foi porque fizeste ou não fizeste isto ou aquilo e é isso que tens de fazer'."

Explicações de Português, Lisboa, Assírio & Alvim, 2001, p. 211.

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publicado às 22:16

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por Carla Hilário Quevedo, em 21.12.05
Machado de Assis sobre um "Modo de vida"

"Espantem-se à vontade; podem ficar de boca aberta, dar de ombros, tudo; não admito réplica. Se me replicarem, acabo o charuto e vou dormir."

"O Espelho: Esboço de uma Nova Teoria da Alma Humana", Um Homem Célebre - Antologia de Contos, selecção e apresentação de Abel Barros Baptista, Lisboa, Edições Cotovia, 2005, p. 20.

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publicado às 22:14

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por Carla Hilário Quevedo, em 21.12.05
Modo de vida: não me interessam os que confundem assertividade com arrogância, firmeza com imodéstia, alegria com futilidade e saúde mental com surdez.

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publicado às 22:09

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por Carla Hilário Quevedo, em 20.12.05
Adenda: note-se que não tenho nada contra o anonimato. Tenho na minha lista vários blogues anónimos, que leio diariamente e cujos autores não faço a mais pequena ideia de quem sejam. A autoria é independente do nome da pessoa e esse é um dos aspectos interessantes da blogosfera. No que diz respeito aos insultos, discordo em parte da opinião de Bettencourt Resendes, que ao alegar "coragem" para assinar os insultos, de certa forma desculpabiliza os insultos anónimos. Mas entendo o seu ponto de vista. Sou da opinião que não se pode responder, como expliquei aqui. Quando o insulto é assinado, pelo contrário, posso tentar perceber porque é que a pessoa o faz - nunca lhe liguei nenhuma (há pessoas que precisam de muita atenção), ou vinguei-me de alguma coisa e o ressentimento faz com que continue a chamar-me nomes. Também os atentados não reivindicados não são menos graves do que os atentados reivindicados. Mas as possibilidades do anonimato são infinitas. A verdade é que pessoas que assinam com o nome completo em blogues podem estar depois noutros a insultar anonimamente. Podem participar em blogues colectivos, assinando com o nome e com um pseudónimo. Tudo, mas tudo, é possível, daí que seja fundamental manter a calma e gerir a indiferença.

E mais e mais: a ler, "A revolta dos anónimos", da lolita.

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publicado às 11:54

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por Carla Hilário Quevedo, em 19.12.05
O anonimato*

Receber uma carta anónima e ameaçadora, sem que nos seja oferecida possibilidade de resposta, não tem piada nenhuma. Sei disso por experiência alheia e própria. Mas se pensarmos bem - e com distância, tudo se consegue - tem o seu interesse. Vejamos: há alguém no mundo que segue atentamente todos os nossos passos (banda sonora: «Every breath you take», Police), que odeia a sua própria existência (banda sonora: «Don't let me get me», Pink) - e, consequentemente, a de toda a gente -, que tem o ânimo suficiente para debitar todas as suas angústias num papel e deitar no marco do correio o envelope sem remetente.

Hoje em dia, com «chats», fóruns virtuais, blogues e caixas de comentários, os anónimos reproduzem-se como coelhos. São mais que as mães! Basta ter um computador com ligação à Internet. Com a proliferação de anónimos surge, naturalmente, a multiplicação dos insultos. Mas qual é o valor de um insulto anónimo? Nenhum. O insulto boçal não tem valor, e menos ainda quando não é assinado. O insulto disfarçado de «crítica», uma vez que demonstra um maior empenhamento por parte do seu autor, pode ser perdoado (ou lido) numa única circunstância: tem de ter graça. O grande problema talvez seja mesmo esse: a falta de piada no insulto-crítica, usualmente dito com um tom rasteiro. De intenções obscuras está o mundo cheio e não sabemos o que move um completo estranho, sozinho em casa ou mal acompanhado.

O anónimo que insulta é como uma pessoa que pede ajuda no meio da rua. Sem perceber que está a pedir ajuda. Sem que a vejamos. Bom, não estará bem no meio da rua. O insultado está no meio da rua - assim é que é - e o insultador num beco sem saída. Literal e metaforicamente. Mas quando reincide é apanhado. Imaginemos o anónimo «chiquinho», que na vida real tem mais de 40 anos e é uma mulher. Ou é um homem que gosta de usar o seu vestidinho de vez em quando. O incómodo que sente no anonimato leva-o a participar activamente em discussões públicas sobre pessoas que não conhece. O chiquinho, que se desdobra em insultos ao próximo, reincidindo em fóruns ou caixas de comentários próprias ou alheias, está a querer dizer: «Eu não sou anónimo nenhum! Sou filho da minha mãe, neto do meu avô e vizinho do meu vizinho. Tenho toda a autoridade do mundo para te insultar!» Ou seja, pretende ser descoberto e, sobretudo, reconhecido naquela identidade de que tanto se orgulha. Sim, porque cuidado com o chiquinho, que é filho da sua mãe etc. Ui.

Responder a um anónimo que insulta é uma perda de tempo, bem com um sinal de perda de discernimento. Não se pode exigir de quem insulta que, ainda por cima, compreenda o ponto de vista de quem responde e se defende (atacando ou não). Não é possível ter os dois mundos numa só pessoa. Não se pode exigir boa educação a uma pessoa mal-educada, decência a uma pessoa indigna; delicadeza a uma pessoa invejosa. Tentar convencer alguém que insulta de que está errado é tarefa para gente optimista e, eventualmente, desocupada. Quando isso acontece, tudo se confunde e as coisas deixam de estar nos seus devidos lugares.

* Texto publicado a 10-06-05, na Única.

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publicado às 13:17

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por Carla Hilário Quevedo, em 19.12.05
Eu hoje acordei assim...

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Imagem de Drew Barrymore gentilmente enviada pelo Diogo.

... bom, bom mesmo, era se fizessem uma sauna. Nunca mais seriam os mesmos. Ou seriam, finalmente, aquilo que são.

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publicado às 12:18

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.12.05
Estado em que se encontra este blogue

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publicado às 19:47

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por Carla Hilário Quevedo, em 17.12.05
The sound of bomba: no gira-discos do bomba, toca uma versão diferente do clássico Sexual Healing, de Marvin Gaye. Canta Anita Lane.

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publicado às 19:22