O Francisco escreve que não sabe o que significa a sua lista: avança, no entanto, ele próprio mais tarde no seu
post com uma tentativa de definição ou explicação: "São acasos. E são escolhas." Pois a minha perplexidade encontra-se no facto de o Francisco, sendo quem é, ter achado que a pergunta era digna de resposta, e logo escolhendo precisamente. Devo dizer que a minha primeira reacção foi uma gargalhada. Eu, na verdade, o que achei mesmo - e isto é absolutamente sincero - era que o Francisco só podia estar a brincar. Vejo agora pelos seus
posts sobre o assunto que não estava. E isso torna este dia mais um dia fabuloso.
Meu caro Manuel: de todos os autores que podia mencionar, tinha logo de escolher o Faulkner. Mais uma facada no meu pobre coração que moribundo persiste em bater... Se quiser perder o seu tempo a reflectir sobre uma questão que não tem maneira de ser verificada (na verdade, ansiava por essa resposta às minhas perguntas), pois longe de mim detê-lo nessa tão nobre tarefa. A resposta à sua pergunta não apresenta dificuldades de maior: significa exactamente a mesma coisa; ou seja, nada.