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Martinez, Buenos Aires

por Carla Hilário Quevedo, em 02.09.08

Eu sabia que estavas a fazer escola...

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publicado às 23:47

Bombas-correio

por Carla Hilário Quevedo, em 02.09.08

- O Daniel esclarece que a fotografia no B-Site não é da final emocionante dos 4x100, como aqui referi, mas da prova dos 100 metros mariposa. Bem me parecia que a onda traidora se via mal. Obrigada!

- O Gabriel enviou-me um Separados à Nascença Christian Bale/ Sapo Cocas que é uma maravilha e que agradeço.

- E o Miguel enviou-me 38 segundos raríssimos de Samuel Beckett, thank you very much!

 

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publicado às 19:20

Uma Tina Turner para a troca

por Carla Hilário Quevedo, em 02.09.08

 

Grande apresentação nos Grammy Awards. Para o João, que não gosta nada da Madonna.

 

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publicado às 19:14

Adenda

por Carla Hilário Quevedo, em 02.09.08

Ainda a propósito das livrarias em Buenos Aires, recomendo a Ghandi, em Corrientes; a Eterna Cadência (porta fechada, um café num pequeno jardim e a maior colecção de clássicos gregos e latinos traduzidos, em Palermo Soho); e a De La Mancha, também à porta fechada e em Corrientes. Para a viagem do Jansenista.  

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publicado às 18:23

As livrarias

por Carla Hilário Quevedo, em 02.09.08

(Para entrar na livraria Guadalquivir tem de se tocar à porta, como numa joalharia.) Dou de caras com a desorganização total nas grandes livrarias da capital argentina. A imponente El Ateneo na Avenida Santa Fé tem os autores certos arrumados nas prateleiras erradas, o que enerva qualquer criatura pacata, e a Cúspide no Village Recoleta parece um armazém de revenda, tal a quantidade de livros espalhados sem nenhum critério, uma confusão que torna impossíveis de encontrar os exemplares que o computador marca como de certeza existentes na loja. É certo que aí descobri os livros de bolso da Editorial Gredos, que decidiu publicar as suas belas traduções dos clássicos gregos e latinos num formato mais pequeno e mais barato, muito obrigada. A Cúspide está perdoada pelo caos, mas este ano estão definitivamente na moda as livrarias mais pequenas e arrumadinhas, recheadas de livros do chão até ao tecto. Falo da Guadalquivir e da Paidós, qual delas a mais maravilhosa. Apesar de uma certa penúria económica e do aumento dos preços em geral, Buenos Aires continua livreira e livresca como sempre. A própria cidade mantém inalterado o respeito e o gosto pelos livros. Mais um dos seus muitos encantos.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 30-08-08.

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publicado às 08:13

Rádio Blogue: Criminalidade violenta

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.08

Os órgãos de comunicação social divulgaram um aumento de 20 por cento dos crimes violentos e graves no país. Mas agora Leonel de Carvalho, director do Gabinete Coordenador de Segurança, vem afirmar que “o aumento foi superior aos 10 por cento, ficando muito aquém dos 20 por cento”. Em que é que ficamos? Ou melhor: um aumento dos crimes violentos, seja qual for, não deve ser motivo de preocupação? Leonel de Carvalho revelou ainda à RTP que “o aumento da criminalidade violenta se reporta sobretudo a assaltos a bancos, a carros e postos de combustível”. Ou seja, é um risco levantar um cheque, ter um carro vistoso e, ainda por cima, abastecer o depósito. Desde que fiquemos fechados a sete chaves em casa, está tudo bem. Embora não para todos. Mulheres casadas com homens que as espancam, e que acabam por matar, não estão a salvo em lado nenhum. Muito menos na sua própria casa. Não serão estes crimes da maior violência e brutalidade? Os números não deixam lugar a dúvidas nem a interpretações: trinta e duas mulheres vítimas de violência doméstica morreram até ao final de Agosto. Temos trinta e dois cadáveres, portanto. As autoridades preocupam-se mais em proteger a propriedade do que as vítimas? Como deviam ser tratados ambos os casos?

 

Publicado hoje no Meia-Hora. Deixe a sua opinião através do número 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 4, às 17h, vão para o ar na Rádio Europa na sexta-feira, às 10h40, e no domingo, às 14h10.

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publicado às 18:32

...

por Carla Hilário Quevedo, em 01.09.08

They came first for the Communists,

and I didn't speak up because I wasn't a Communist.

 

Then they came for the Jews,

and I didn't speak up because I wasn't a Jew.

 

Then they came for the trade unionists,

and I didn't speak up because I wasn't a trade unionist.

 

Then they came for the Catholics,

and I didn't speak up because I was a Protestant

 

Then they came for me,

and by that time no one was left to speak up.

 

Pastor Martin Niemöller

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publicado às 15:18

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