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And the Oscar goes to.. Calvin Klein!

por Carla Hilário Quevedo, em 28.02.11

 

Gwyneth Paltrow e Jennifer Lawrence num estilo despojado e simples, muito apreciado.

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publicado às 20:10

True Grit

por Carla Hilário Quevedo, em 27.02.11

Gostei muito do filme dos irmãos Coen sobre espírito combativo, motivações justiceiras, integridade, alma de negócio e acasos. Roubei estas fotografias de um livro magnífico de Jeff Bridges.

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publicado às 12:14

Café dos Blogues: o dia seguinte

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

Não sei o que me deu para escrever mais que as habituais quatro frases. As minhas desculpas pelo lençol. O resumo alargado do debate de ontem está aqui. Voltamo-nos a ver no dia 31 de Março, com o Manuel Falcão e o Luís M. Jorgesame time, same place.

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publicado às 19:01

Por falar em Galliano...

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

 ... o filme Zoolander tem aparecido ultimamente em várias situações da vida real. A primeira identifiquei-a aqui, no caso do assassino-male model. A segunda aparece agora, com John Galliano a fazer de Mugatu. Zoolander é ainda melhor do que pensava.

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publicado às 18:42

The sky is the limit

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

Depois do bullying homofóbico, a inseminação post mortem. Para a próxima, o racismo na passarela.

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publicado às 18:37

Rádio Blogue: Inseminação post mortem

por Carla Hilário Quevedo, em 25.02.11

Um casal de namorados com problemas de infertilidade viu interrompido o processo de reprodução medicamente assistida por um motivo trágico. O companheiro morreu num acidente antes de estar concluído o procedimento que levaria à formação dos embriões. Apesar da situação, a mulher informou a clínica das suas intenções de continuar com o tratamento. A clínica pediu um parecer ao Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida, que não autorizou o pedido. O argumento apresentado para esta mulher não poder engravidar do seu companheiro falecido foi o seguinte: não sendo o casal legalmente casado, os herdeiros passam a ser os seus pais e não a namorada. A lei protege sobretudo a herança. A namorada poder herdar o sémen congelado do namorado desaparecido requeria a oficialização do relacionamento ou um consentimento por escrito das intenções do que seria o pai da criança. Não havendo casamento nem consentimento por escrito, os herdeiros do companheiro são os seus pais, que não autorizam a inseminação. O tema é complexo e vai muito além dos seus aspectos legais. Voltemos ao início. Um casal de namorados foi a uma clínica fazer um tratamento de infertilidade. Apesar de não conhecermos nenhum pormenor do caso, é fácil concluir que ter um filho era a vontade de ambos. A morte de um dos membros do casal num momento não inicial do processo não teria sido um impedimento da eventual gravidez, se fossem casados um com o outro, ou se existisse um papel assinado por ele a dizer que os espermatozóides lhe pertenciam a ela, e não aos seus pais. A lei precisa de ser revista? Que argumentos encontra para esta mulher não poder ter um filho nestas circunstâncias?

 

Publicado hoje, no Metro. Deixe a sua opinião através do 21 351 05 90 ou no Jazza-me Muito. Os comentários que chegarem até quinta-feira, dia 3 de Março, às 15h, vão para o ar, na Rádio Europa, na sexta, dia 4, às 10h35.

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publicado às 18:32

Bomba de Ouro

por Carla Hilário Quevedo, em 22.02.11

Para o Daniel, por ter mostrado um YouTube do filme de João César Monteiro, onde podemos ouvir Sophia de Mello Breyner dizer o que se segue: "Não faz sentido falar de Isadora Duncan porque ninguém pode entender o tipo de relação que entre ela e a minha mãe desde cedo existiu. Mesmo que entendessem, não têm nada com isso, porque a verdade sobre uma pessoa não é um espectáculo, e o público está aqui para se divertir".

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publicado às 19:01

Só para lembrar que...

por Carla Hilário Quevedo, em 22.02.11

...  a Fátima Rolo Duarte, o maradona e eu vamos conversar sobre uma série de temas, e também sobre blogues e redes sociais, no dia 24 de Fevereiro, às 19h, na Almedina do Atrium Saldanha. Apresentações, recomendações de livros, etc. aqui.

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publicado às 18:55

...

por Carla Hilário Quevedo, em 22.02.11

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publicado às 18:12

Quero o pê no Egipto

por Carla Hilário Quevedo, em 22.02.11

A Real Academia Espanhola (RAE) é a instituição que regula a língua castelhana. Há décadas tomou decisões arrepiantes, como a eliminação do pê de «psicologia», e doutros vocábulos da mesma família. Graças a Deus, ultimamente tem estado mais concentrada na validação dos neologismos. A atitude é sensata porque os novos termos nas línguas modernas não só têm origem noutras línguas como vêm de países de língua espanhola que os usam de modo peculiar. O membro mais recente da RAE é uma mulher (a quinta) de 49 anos: a filóloga Inés Fernández Ordóñez. A sua perspectiva da língua castelhana está longe da ideia canónica de o espanhol ser o dialecto do castelhano. Ordóñez defende que o espanhol é o resultado das influências dos dialectos ibéricos, incluindo o catalão e o português, e acredita que a RAE deve ter a função de registar as mudanças adoptadas pelas populações. A mais recente novidade académica consistiu em mudar o nome do ípsilon, que se chamava «i grego», e que agora deve ser tratado por «ye». A filóloga declarou que são apenas recomendações que a RAE deverá rectificar no caso de não serem aceites pelos falantes. Há bons exemplos aqui ao lado.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 18-2-11



 

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publicado às 18:07

Não me posso enervar

por Carla Hilário Quevedo, em 22.02.11

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publicado às 18:05

Que ouvidos são estes?

por Carla Hilário Quevedo, em 22.02.11

O novo single de Lady Gaga, Born This Way, demorou apenas três horas a chegar ao primeiro lugar no iTunes nos Estados Unidos, desde que foi lançado no site da cantora. A rapidez do online acabou de vez com as esperas semanais dos tops de vendas. As reacções também não se fizeram esperar. Segundo percebi, os fãs gostaram. Mas no Twitter, Gaga era acusada de imitar Madonna. Uns falavam da aproximação ao clássico Express Yourself. Outros diziam que o tema soava demasiado ao hino Vogue. Perante a catadupa de acusações, não me restou outra alternativa senão ouvir a canção. Lá fui ao YouTube. Para meu enorme espanto, não encontrei a mais vaga semelhança com nenhum dos temas mencionados. Dei por mim a ouvir até à náusea o novo tema de Lady Gaga e nada de reconhecer nem a mais ténue influência de Miss Ciccone. Mas a canção soava a algo familiar. Após uns minutos de concentração e repetição murmurada do tema de Lady Gaga, percebi que poderia ser uma versão acelerada de Waterfalls, das extintas TLC. O exercício consiste em ouvir tudo e comparar. São os meus ouvidos contra os dos fãs de Gaga. E não lamento nada dizer que confio muito mais nos meus.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 18-2-11

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publicado às 17:52

I got gloss on my lips, a man on my hips

por Carla Hilário Quevedo, em 19.02.11

Got me tighter in my Dereon jeans

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publicado às 18:10

She's always late for everything

por Carla Hilário Quevedo, em 19.02.11

Except for every meal*

 

* Uma versão freira de The Lady is a Tramp.

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publicado às 18:07

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 19.02.11

Louise Brooks

 

... coisa estranha esta de pertencer a uma geração. A Zadie Smith perguntava quantos anos afinal dura uma geração. Dez? Cinco anos? Zadie Smith, que pertence à Geração Zuckerberg, não se reconhece nos que têm mais ou menos a sua idade. Ainda vamos descobrir, no meio desta conversa inútil sobre «os jovens» dos 20 aos 35 anos, que o conceito de geração também mudou. Ou caducou. E com um bocadinho de esforço vamos perceber que a idade não existe. Não há jovens nem velhos. Há pessoas. Nascem, algumas vivem, todas morrem. Mas se insistem em cantar «os problemas» das gerações, então que o façam com graça e qualidade. Por mim, fico contente que a minha geração tenha este hino ainda que desolado de JP Simões. E a comida estava óptima...

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publicado às 08:54

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