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Dizem que é Halloween...

por Carla Hilário Quevedo, em 31.10.11

... e gosto, porque há um Angry Birds novo com um pássaro novo cor de laranja em comemoração dos 400 milhões de downloads do jogo, e que foi notícia no Washington Post.

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publicado às 20:43

...

por Carla Hilário Quevedo, em 30.10.11

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publicado às 09:21

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 30.10.11
Madonna

 

... parece que só eu gosto do perdão de metade da dívida grega. A começar pelos próprios gregos, que acham que não há nada a perdoar, só li críticas destrutivas à decisão. Neste caso, e tendo os alemães a particularidade subtil de usar a mesma palavra para 'dívida', 'culpa' e 'pecado', não espanta o aparecimento do 'perdão'. Não espanta, mas irrita. Dá vontade de perguntar que ofensa moral afinal foi cometida por um povo e um país que obviamente não estava preparado para entrar na Zona Euro. Mas os actos apontados agora como falhas a precisar de perdão terão sido para muitos, durante anos, a oportunidade de enriquecer. Enfim, espero que me perdoem ter cedido à tentação da paranóia. Pensando em Roma, embora não em Berlusconi - penso ter chegado a hora de adoptarmos o verbo berlusconizar: olhar para uma mulher com lascívia em locais inesperados como o Parlamento; ex.: 'A intervenção do deputado social-democrata foi recebida com uma ovação entusiasta por todas as bancadas, inclusive da deputada do Bloco de Esquerda, berlusconizada pelo próprio dias antes' -, conto uma breve história sobre Caio Graco, cujos acessos de fúria lhe alteravam o tom de voz quando discursava. Andava com um escravo atrás chamado Lucínio, munido de um aparelho* que media a estridência dos sons. Quando chegava ao ponto da exaltação inaceitável, o escravo fazia-lhe um sinal para moderar o tom. E Caio Graco, que remédio, lá se controlava.    

 

* A explicação sobre o que seria este instrumento fica para outra altura. E para outro sítio.   

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publicado às 08:19

...

por Carla Hilário Quevedo, em 29.10.11

Them Birds é da autoria de Dan Eijah Fajardo (aka Dandingeroz) e Pedro Kramer (aka Badbasilisk). Está no Threadless.

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publicado às 16:59

Dor de Cabeça: Sonhos televisivos

por Carla Hilário Quevedo, em 28.10.11

Tenho o sonho de ligar a televisão num canal português e não mudar imediatamente para o cabo. Sonho com o dia em que sigo um noticiário de vinte minutos do princípio ao fim, fazendo um zapping ligeiro, embora inevitável. Não é um sonho impossível de realizar e parece que noutros países prevalece o admirável bom senso de não estafar o pobre do espectador com blocos de informação de mais de uma hora que incluem reportagens sobre a actividade sexual das pessoas com deficiência ou acerca dos restaurantes que sobrevivem à crise porque estão abertos até às três da manhã. Pergunto se as direcções de programas dos canais portugueses terão dado por garantida a fuga de cérebros do País. Só esta certeza a respeito do nível intelectual do público explica a falta de empenho em cativar quem saiba ler e escrever. Sonho com o dia em que assisto a um programa de comentário da actualidade política portuguesa sem acabar com palpitações. Ainda persisto na Quadratura do Círculo e no comentário ao domingo de Marcelo Rebelo de Sousa, mas no limite das minhas forças, com a cor a desaparecer das faces de rapariga sadia e as pernas a tremer, mesmo estando sentada ou deitada no sofá. É muita pressão. É muita ansiedade. É, enfim, o País revelado ao povo como um buraco sem fundo, sem futuro nem esperança. Não são para distrair. A excepção que encontro nos outros programas de conversa sobre o presente - não é sempre demasiado cedo para falar do presente? – é a Prova dos Nove, na TVI 24. Há ali uma harmonia entre os quatro que é independente das opiniões de cada um. E gosto da subtileza, da cautela, do humor de José Medeiros Ferreira, que não é previsível nem óbvio no que diz. É refrescante de ouvir, sobretudo num tempo em que os sinceros são brutos, os pessimistas são cínicos e o resto insiste num discurso de indignação monótono. Sonho com o dia em que me entusiasmo com uma série portuguesa. Sonho com o dia em que volto a suspirar por um programa português de humor. Até lá, tento sobreviver o melhor que posso com a HBO e a Showtime. Se não fosse a ficção, meu Deus…

 

Publicado hoje no Metro.

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publicado às 18:56

Mudança de última hora

por Carla Hilário Quevedo, em 27.10.11

Por motivos imprevistos, o Alberto Gonçalves não poderá estar presente na sessão de hoje do Café dos Blogues. O maradona, o Luciano Amaral e eu vamos estar à conversa sobre blogues e redes sociais na Almedina do Atrium Saldanha, às 19h. Até lá! 

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publicado às 17:39

Destaque

por Carla Hilário Quevedo, em 27.10.11

Argumento contra o fim dos blogues: Contra Mundum, do Francisco Mendes da Silva.

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publicado às 08:47

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 27.10.11

Carla Gugino

 

... muitos parabéns à Grécia e aos gregos. Por fim, algum bom senso na União Europeia. Não percebo os pormenores da operação complicada de os bancos perdoarem cem mil milhões de euros de dívida, e até tenho uma vaga impressão, baseada numa suspeita infundada, de que não é suficiente, mas por agora celebremos a boa notícia. Só não gostei de ver Giorgos Papandreou a chegar à Cimeira de mão estendida e cabeça baixa. O que lhe valeu foi o domínio da língua inglesa (educado na América) que acompanhava o tom de derrota. A culpa dos gregos, no meio disto tudo, é relativa.  

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publicado às 08:36

Café dos Blogues

por Carla Hilário Quevedo, em 25.10.11

O Alberto Gonçalves (Homem a Dias), o Luciano Amaral (Gato do Cheshire) e eu vamos conversar sobre o fim dos blogues e apontar os culpados, na quinta-feira, 27 de Outubro, na Almedina do Atrium Saldanha, às 19h. A entrada é livre.

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publicado às 18:53

Uma boa notícia…

por Carla Hilário Quevedo, em 25.10.11

ou talvez não. Longe vão os tempos em que pensava que a experiência individual moldava a personalidade. Segundo um importante estudo em que estiveram envolvidas universidades insuspeitas, chegou-se à conclusão de que a felicidade, ou a falta dela, é mais hereditária do que adquirida. Vou poupar-vos aos pormenores sobre as transferências de serotonina. O importante é que pais com tendência para a alegria fazem filhos iguais a eles. Quando um dos progenitores é depressivo e o outro é feliz e contente, a coisa complica-se. Etnicamente falando, os africanos são tendencialmente mais felizes do que os caucasianos, mas não muito mais. Mas os asiáticos em geral tanto podem dar para um lado como para o outro, cada metade em partes iguais. O mais curioso é aqueles povos em que os ansiosos e angustiados são a maioria tenderem politicamente a apoiar regimes colectivistas, certamente em busca de harmonia exterior. Estes estudos estão numa fase inicial, no entanto a expectativa por mais informações e conclusões torna-nos, a todos nós, mais ansiosos e inseguros, seja qual for a etnia. Até haver resultados, fico agitada como uma chinesa do sítio mais recôndito da China.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 21-10-11

 

 

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publicado às 18:49

Falhar melhor

por Carla Hilário Quevedo, em 25.10.11

Jonah Lehrer escreve na Wired sobre um estudo conduzido por Jason Moser da Michigan State University que pretende compreender o que leva algumas pessoas a aprender mais depressa com os seus erros do que outras. Fazendo uso de uma divisão estabelecida por Carol Dweck, psicóloga em Stanford, Moser fez a experiência de observar através de electroencefalogramas que reacções físicas tinham os que erravam em testes mais fáceis e mais difíceis. A divisão de Dweck foi útil porque permitiu a Moser verificar que estudantes com uma «estrutura mental fixa» não aprendem tanto como os outros que têm uma «estrutura mental alargada». Não sei como se chegou ao ponto de perceber a estrutura mental de cada pessoa, mas não sejamos picuinhas. Parece claro que alunos mais inteligentes abraçam com alegria os erros como oportunidades de crescimento e que confrontar estas pessoas com problemas mais difíceis de resolver as estimula em vez de as abater e frustrar. Desde que se esforcem, claro. A exigência na escola é, então, uma questão de mera honestidade. O artigo acaba com o enunciado de Samuel Beckett: «Try Again. Fail again. Fail better». Finalmente compreendem o que quis dizer.

 

Publicado na Tabu, Cinco Sentidos, 21-10-11

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publicado às 18:37

Muito melhor

por Carla Hilário Quevedo, em 23.10.11

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publicado às 18:49

A rapariga

por Carla Hilário Quevedo, em 23.10.11

do Κωνσταντίνος Βήτα

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publicado às 17:35

Domingo

por Carla Hilário Quevedo, em 23.10.11

do Κωνσταντίνος Βήτα

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publicado às 14:15

Me voy para el conventillo a bailar una milonga

por Carla Hilário Quevedo, em 22.10.11

Me voy de farra mistonga, ya me esperan los chochamus

Alli estan todos los fiolos que la farfala celean

Ya me esperan los gomias con ganas de milonguear

No se si voy a llegar, si no me queda ni un cobre

Algun culo va a sangrar, yo se que voy a llegar...

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publicado às 18:10

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