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Bom Ano

por Carla Hilário Quevedo, em 30.12.15

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Joshua Reynolds, Self-portrait, 1747

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publicado às 19:16

2015

por Carla Hilário Quevedo, em 30.12.15

As Mulheres que Fizeram Roma: 14 Histórias de Poder e Violência, Peter Heather, Mary Beard, Ruth Scurr, Camille Paglia sobre Taylor Swift, The Times Literary Supplement, Casa Tomada, Game of Thrones 5, Masters of Sex 3, Fargo 2, Olive Kitteridge, último episódio de Mad Men, última temporada e último episódio de Justified, Homeland 5, The New Yorker cartoons, Dinastia Tang, Hikidashi, o segundo número da Cabide, Stephen Sondheim no Museu da Música, Agripina no Programa em Teoria da Literatura, Mad Max: Fury Road, a obra completa de Buster Keaton, To Pimp a Butterfly, Beauty Behind the Madness, Your wife in the backseat of my brand new foreign car, os Goya na Gulbenkian, The Face of Britain, The Story of the Jews, "It may not be purely accidental, either, that the first advocate of psychoanalysis was a Jew. Declaring your faith in it needed a certain willingness to take upon yourself the fate of being in solitary opposition, a fate more familiar to Jews than anyone else" (Sigmund Freud, 1925), "Satiate your soul with Plutarch and when you believe in his heroes dare at the same time to believe in yourself" (Friedrich Nietzsche, 1874), Água das Pedras, Beefeater 24, Twitter, Irritações

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publicado às 16:27

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 26.12.15

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 Marilyn Monroe

 

... começa a melhor semana do ano. Vou pensar numa lista. Para já, concordo com Quentin Tarantino no filme do ano. Apesar de ser um excelente filme, não deixa de ser um sinal da bodega em que se tornou o cinema. Viva a televisão!

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publicado às 09:01

Feliz Natal

por Carla Hilário Quevedo, em 25.12.15

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Edward Steed, na espectacular New Yorker

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publicado às 10:23

Personal favorite

por Carla Hilário Quevedo, em 24.12.15

And if you should survive to a hundred and five
Look at all you'll derive out of bein' alive
And here is the best part, you have a head start
If you are among the very young at heart

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publicado às 09:20

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 24.12.15

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Ava Gardner

 

... a prova de que é Natal foi ter ficado durante 240 minutos (pronto, com interrupções) à frente do televisor a ver o documentário que a RTP não exibiu por ocasião do centenário do nascimento de Frank Sinatra. We will always have canal ARTE para nos mostrar All Or Nothing At All. Fiquei a saber o que já sabia: que Ava Gardner foi a Agripina de Sinatra. Ficou farta do marido pouco depois de casar com ele, mas num momento complicado da vida de Sinatra fez um telefonema que o ajudou muito. My kind of gal.

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publicado às 09:01

Aproveita

por Carla Hilário Quevedo, em 23.12.15

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Tom Toro, na extraordinária New Yorker.

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publicado às 19:11

E não podem vir

por Carla Hilário Quevedo, em 19.12.15

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David Sipress, na maravilhosa New Yorker

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publicado às 18:14

Blockbomba

por Carla Hilário Quevedo, em 19.12.15

Hannibal Rising (os maus de quem Hannibal se vinga na adolescência são piores do que o canibal). El Clan (obscenamente violento).

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publicado às 18:04

Estado em que se encontra este blogue

por Carla Hilário Quevedo, em 18.12.15

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Hellen van Meene, Untitled 0465, 2015

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publicado às 19:33

Cinco Sentidos

por Carla Hilário Quevedo, em 15.12.15

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Este foi o último Cinco Sentidos publicado na última edição da Tabu, em 11-12-15. Foi um prazer escrever cinco textos por semana durante nove anos. São cerca de 2400 textos. É obra! Não me é possível acompanhar a equipa fundadora do SOL nesta nova fase da vida do jornal, por isso deixo aqui os meus votos de felicidades aos que ficam. Bom trabalho!

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publicado às 18:26

Vale a pena estudar?

por Carla Hilário Quevedo, em 14.12.15

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App CameraBag com filtro Instant

 

Há dias encontrei uma pessoa que me disse que a tese de doutoramento não lhe tinha trazido nada de muito novo na sua vida. Não tinha sido aumentada, não tinha tido uma proposta fabulosa de trabalho, não tinha mudado de vida. Por causa desta aparente falta de mudança, havia nela um tom de desilusão. Ao longo dos anos tenho encontrado várias pessoas que concluem o doutoramento e que, uma vez entregue e defendida a tese, aproveitam todas as oportunidades que a vida lhes dá para se queixarem do seu investimento.

 

Sempre que me deparo com alguém que lamenta decisões sobre a nobre actividade de estudar (não é ler: é estudar), penso no tipo de expectativas que teria e que são, claro, legítimas. Mas penso também se essas expectativas não carregam uma boa dose de ingratidão. E ingratidão, antes de mais, em relação a si próprio. Na verdade, é como se A Tese fosse a palavra mágica que resolve todos os problemas, além de ser uma garantia de acesso a uma vida de abundância. Nem sempre acontece e nem sempre a culpa é da tese.

 

Escrever uma tese de doutoramento não é uma tarefa leve. Basta olhar para as carinhas olheirentas dos doutorandos para sabermos que são anos a ler, a pensar e a desesperar. Mas apesar de sofrido (em silêncio, sempre) e demorado, pode também ser o melhor momento da vida de uma pessoa. Depende da pessoa, mas é certo que a vida tem destas contradições. Então o que leva alguém que se dedicou a escrever duzentas páginas sobre um tema que supostamente o apaixona a acabar a dizer mal da sua obra, a amaldiçoar o dia em que “se meteu nisso”, a sugerir a outros doutorandos que só estão a perder tempo porque o doutoramento não “serve” para nada? Podem ser expectativas irrealistas sobre os efeitos da tese. Ou podem ser saudades.

 

Ao contrário dos descrentes que concluíram o que ainda não concluí (a tese, digo), tenho uma opinião muitíssimo favorável sobre aquilo que ainda não fiz (e talvez por isso). Penso que a tese é o mais importante do doutoramento, não por ser “útil”, nem por ser necessária para obter o grau, mas porque é uma oportunidade de defender argumentos sobre ideias que persistem (mesmo que mudem) ao longo dos anos. A tese não é um meio, mas um fim. E talvez não somente um fim, no sentido de ser uma conclusão, mas um fim em si mesmo.

 

Deste modo, é impossível que a vida do doutorado não tenha mudado, porque não teve outro remédio senão mudar. Onde havia ignorância sobre um tema, há hoje, espera-se, conhecimento. Onde havia um vazio, há hoje pelo menos uma tese. Em muitos casos, há teses publicadas. E tudo isso existe graças ao esforço dos seus autores. Agradeça a si próprio e comece a viver.

 

Este é o meu último artigo para o i. Agradeço ao Luís Rosa, que há três anos e meio me propôs escrever neste jornal. Obrigada a Vítor Rainho, Ana Kotowicz, Nuno Ramos de Almeida, António Pedro Santos e a Maria Abreu e Marta Salgueiro. Aos leitores, muito obrigada.

 

Publicado na edição de hoje do i

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publicado às 15:15

That's why

por Carla Hilário Quevedo, em 12.12.15

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publicado às 14:44

Por falar nisso

por Carla Hilário Quevedo, em 12.12.15

Bela entrevista de Mandy Patinkin acerca de Homeland, da influência das letras de Sondheim na composição da personagem Saul Berenson e sobre o dever de viver da melhor maneira possível.

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publicado às 09:08

Eu hoje acordei assim...

por Carla Hilário Quevedo, em 12.12.15

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Allison Carr aka Miranda Otto

 

... muito fã da vilã da quinta temporada de Homeland. O "caso de penetração mais bem sucedido dos russos nos serviços secretos norte-americanos" é uma personagem que corresponde a expectativas sobre mulheres. Allison não é afinal uma agente leal da CIA, esse sítio liderado por burros como o Salieri Dar Adal, com agentes experimentados que não deixam de ser homens, como o intérprete excelente de Sondheim, Saul Berenson. É uma espia russa, uma máquina de dissimulação, uma sobrevivente e livre como o diabo. Adoro.

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publicado às 08:25

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