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por Carla Hilário Quevedo, em 20.05.03
O caso da ghost-writer Alexandra Solnado nem me provoca grande vontade de rir. O meu sentido de distância tem um ponto fraco - as doenças mentais. E se não há distância, não pode haver humor. A psicótica Solnado já não vive há um ano entre nós, os neuróticos. Olha, menos uma (tentativa de piada totalmente falhada, como se esperava).

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publicado às 01:28