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por Carla Hilário Quevedo, em 13.12.05
Jorge Luis Borges sobre um "Dos Antigos"

"O nosso eu é o que para nós tem menos importância. Que significa sentirmo-nos eu? Que diferença pode haver entre eu me sentir Borges e vocês se sentirem A, B ou C? Nenhuma, absolutamente nenhuma. Esse eu é o que temos em comum, é aquilo que está presente, de uma forma ou de outra, em todas as criaturas. Poderíamos então dizer que a imortalidade é necessária, não a pessoal, mas essa outra imortalidade."

Obras Completas, "A Imortalidade", vol. IV, tradução de Rafael Gomes Filipe, Lisboa, Editorial Teorema, 1999, p. 186.

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publicado às 11:29