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por Carla Hilário Quevedo, em 06.10.05
Carnivàle lights (6)



Antes de mais: caro Luís, não sabia, mas faz todo o sentido. Se Carnivàle fosse um livro, seria Cem Anos de Solidão. Ou se Cem Anos de Solidão fosse uma série televisiva, seria Carnivàle.

Pick a number: Jonesy lembra-se de como lhe partiram o joelho e diz a Samson que não há nenhuma Direcção. Ele que até entrou na tenda e não viu ninguém. Aquilo que não se vê, não existe, para Jonesy que tem um problema de fé. E quem o pode culpar por isso? Mas fica e contra a sua própria fé decide confiar em quem nele confiou. Há quanto tempo estará Brother Justin no Chin's? Ben continua fechado e sonha. Lodz encontra-se com Ben no mesmo sonho e fora dele. De repente um reality check: shells é traduzido por conchas! Bombshells, anyone? Pois nem com a imagem o tradutor lá chegou. Voltemos. Quando Ben chega, a cidade está deserta. Babylon parece ter desaparecido. Não interessa quem é o culpado. Alguém tem de pagar. Uma estranha forma de amar, sim. Primitiva? Compreensível? E a justiça de Carnivàle? Samson: "If we break the code, we ain't got nothing left." Brother Justin parte. "Pick a number, one through six. The number is three." Mas Spangler não morre à terceira tentativa, naquela roleta russa. Brother Justin encontra uns viajantes sentados à volta de uma fogueira. Contam histórias de perda. Um pergunta: "What about you, my friend?" Justin responde: "I lost my God". No programa de rádio, Tommy Dolan conta a história de Crowe e pergunta: "Where are you, Brother Justin?" Samson pára para beber um uísque, antes de começar mais uma viagem para sul. Stangler. À quarta é de vez. O espectro de Dora Mae à janela. Brrr.

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publicado às 21:38