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por Carla Hilário Quevedo, em 05.05.03
O Espada Relativa também decidiu comentar a questão fundamental do fora de jogo, o que me fez pensar em dois outros problemas ainda relacionados com o futebol: o pré-jogo e o pós-jogo. O pré-jogo consiste na excitação que vive antes do jogo e que é devidamente transmitida pelos canais de televisão durante horas e horas - o abrir das portas do estádio, as claques nos autocarros, os incidentes antes do jogo, a chegada das claques, os incidentes no estádio etc. O pós-jogo consiste no comentário de personalidades históricas, como o Gabriel Alves, conhecidas por terem inventado um discurso em torno das estratégias da bola. Fazem parte do pós-jogo os festejos (material para inúmeros telejornais) de vencedores. Poooooooooooorto! Poooooooooooorto!



Deixo-vos o comentário do Espada Relativa, que considero delicioso. Gostei muito da ideia da teoria, da análise associada à regra. Este post só demonstra que, no futebol, não há consensos.



Fora de Jogo



A Bomba Inteligente anda preocupada com o Fora de Jogo. O Mukankala forneceu-lhe a definição da regra. Mas para que serve afinal o fora de jogo? A questão é simples: obrigando os jogadores adversários a estarem entre os ultimos defesas da sua equipa e a linha de baliza adversária obtemos aquilo a que se chama "pressionar o adversário", ou seja, quando uma "defesa sobe no terreno" quer dizer que a equipa adversária fica com menos espaço para colocar lá os seus jogadores, como se uma parede móvel fosse diminuindo o tamanho da sala. Sem o fora de jogo o futebol perdia metade da emoção e metade dos aborrecimentos. Já agora parabéns ao FC Porto por ter posto todos os outros fora de jogo, não sou adepto desse clube, mas sou adepto de que a justiça e o mérito devem existir no desporto, e sendo assim o FC Porto bem mereceu o titulo.

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publicado às 13:58