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por Carla Hilário Quevedo, em 03.10.05
Carnivàle lights (5)



Antes de começar, uma nota: caros Cláudia (happy birthday!) e Luís, já vi os doze episódios da primeira série. Não consegui ver dois de cada vez, uma vez por semana. A curiosidade era demasiada. Estou em condições de tentar responder às perguntas que a Cláudia faz aqui, em relação ao episódio seguinte, mas não o farei para não estragar a surpresa.

Babylon: "Bad luck playing in Babylon." Lodz está doente. "You don't know half of what you pretend you know", diz Lodz a Ben. Sophie e Apollonia. Parece um pouco mais desperta, sim, Luís. Mas é com certeza imaginação nossa. As meninas treinam o número e Dora Mae diz: "Só querem ver as minhas maminhas, e não passos de dança difíceis". Fabulosa a chegada, Luís, e assustadora e silenciosa. Samson está aterrorizado porque sabe. A questão é porque é que sabe. Afinal, não parece ter nenhum dom especial. Será Samson o sábio de Carnivàle? "String of bad luck", insiste Samson e avisa que as meninas não podem fazer strip. O filme mudo. Sophie. Ben fica fechado, encontra-se impedido de agir, de participar; parece ter sido afastado. Agora não. Há coisas que têm de acontecer. "I know who you are. But do you know what that means?" Dora Mae: "...And on her forehead, a name was written, a mistery. Babylon the great, the mother of harlots and of the abominations of the earth..." E logo harlot, que sempre me pareceu uma palavra com uma sonoridade tão agradável.

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publicado às 13:02