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Diário primaveril (3)

por Carla Hilário Quevedo, em 29.05.18

- Tenho recomendado o documentário Wild Wild Country às pessoas de quem gosto e que respeito (às vezes respeito, mas até nem gosto por aí além). Fiquei fã da secretária do Osho, Ma Anand Sheela, que de espiritualidade tinha tanto como o Charles Manson, que percebeu como poderia ganhar muito dinheiro de uma forma legal, mantendo autonomia e exercendo poder e influência. Gostei da independência, da lealdade, da esperteza, da persistência e, sobretudo, da maneira como desaparece de cena na sequência de uma traição. Devia ser sempre assim. Chorou durante dois dias, apanhou um avião e nunca mais dirigiu a palavra ao velho. Assim, o ressentimento ficou do lado do traidor e não da traída. O velho nunca mais se calou (ele que era conhecido pelo seu silêncio), acusou-a de tudo, ficou a remoer. Ela continuou. E depois é uma história sobre as maravilhas que as pessoas podem fazer de uma terra sem nada. Podem construir casas, sistemas de canalização e electricidade, lagos. 

- Escrevi sobre um momento muito importante da minha ida a Roma para o Ponto SJ

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publicado às 08:52